Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?
Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?
O processo é conhecido como compostagem e pode ser um aliado no aumento da produção de alimentos e combate ao aquecimento global.
Comemos o tempo todo! Cinco, seis vezes ao dia abrimos nossas bocas e nos entregamos à mastigação!!!
Para que isso aconteça um ciclo produtivo precisa ser girado: o solo precisa ser trabalhado, as sementes plantadas, as plantas cultivadas e colhidas, os produtos transportados, você comprar no supermercado e prepará-los na sua casa! Sempre sobra alguma coisa, que acaba indo para o lixo.
Em cada pedaço deste ciclo diversos tipos de resíduos são gerados!!! Somos muito acostumados a falar sobre a separação e reciclagem de nossos resíduos, mas sempre relegamos os orgânicos para a coleta municipal, que deveria levá-los a um destino adequado (hoje entenda-se que um aterro sanitário é um destino adequado)!
Pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, mecanismos de incentivo à compostagem devem ser estimulados e, no Estado de São Paulo, os municípios devem possuir sistemas piloto de compostagem, para situar-se positivamente no programa município verde-azul (veja aqui se o seu município está bem ranqueado: https://verdeazuldigital.sp.gov.br/site/pontuacoes/).
O que acontece hoje com os nossos resíduos?
Quase a totalidade (eu diria que mais de 99% dos nossos resíduos domésticos) são destinados à aterros sanitários. Falta-nos consciência, conscientização e estrutura para a coleta e destinação de nossos resíduos. Aterros sanitários nada mais são que uma obra de engenharia que acomoda os resíduos, impermeabiliza o solo, capta e trata o chorume (efluente dos resíduos). Neles, a decomposição dos materiais é quase nula, inclusive dos orgânicos.
Ao contrário do que se imagina, do que destinamos aos aterros sanitários, menos de 15% deveria estar lá.
Dos resíduos domésticos gerados na sua casa, aproximadamente 50% é composto por restos de comida e 35% por papel, plástico, metal e outros. Da reciclagem dos 35% todos conhecemos. Mas e dos outros 50%?
A compostagem é um método limpo, seguro e saudável para a gestão dos resíduos orgânicos. Por uma técnica de decomposição controlada, transformamos problemas em solução! Com ele evitamos a emissão de metano, que é um dos principais gases causadores do efeito estufa! Com a compostagem, reduzimos em 26 vezes as emissões de metano!
Além disso, o composto orgânico é um material que auxilia a recompor a fertilidade do solo, trazendo vida, nutrientes e energia para o solo depauperado! Estrutura o solo, retém água e facilita o enraizamento de qualquer planta!
Faça você sua compostagem em casa, veja o nosso vídeo de como imitar estes processos naturais no vídeo abaixo:
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A 27ªCOMPOST2019 traz todos os players do mercado, incluindo fornecedores dos melhores serviços, equipamentos e produtos que fazem girar a economia da Compostagem no mundo.
Segundo o Biólogo da Faz Verde, Felipe Pedrazzi:
“Produzir compostos orgânicos (ou adubo orgânico) exige conhecimento técnico e científico para que os melhores resultados sejam alcançados. Participar de uma conferência tão importante como essa, além de proporcionar reciclagem do conhecimento…
Faz com que a Faz Verde esteja sempre antenada com o que existe de inovação e pesquisas nessa área, pois já desenvolvemos esse processo em nosso clientes (a partir de resíduos verdes) e estamos com o lançamento de produtos neste segmento.”
A 27ª Conferência Nacional do Conselho de Compostagem dos EUA é destinado a empresas e pessoas que realizam a compostagem, produtos orgânicos, empresas geradoras de resíduos alimentares, resíduos agrossilvipastoris, resíduos sólidos, projetos de reciclagem, empresas e representantes de programas de meio ambiente e sustentabilidade, bem como órgãos reguladores.
O evento será em Glendale Renaissance no estado do Arizona.
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Curadoria editorial da página do Emerging Composter Challenge do USCC, que registra Felipe Pedrazzi em terceiro lugar em 2019 com projeto de composteira automatizada.
Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.
Data da fonte: 2019.
Resumo
A página do Emerging Composter Challenge, competição apoiada pelo USCC, lista vencedores anteriores e projetos de inovação em compostagem.
No histórico de 2019, Felipe Pedrazzi aparece em terceiro lugar com um projeto de composteira automatizada e controlada.
A fonte registra o nome da organização como “Vaz Verde”; por curadoria, mantemos a referência como aparece na fonte e a relacionamos ao histórico de Faz Verde/Felipe Pedrazzi.
O que o registro sinaliza
O prêmio evidencia uma agenda de inovação aplicada à compostagem, com foco em controle operacional e soluções práticas.
Esse histórico conversa diretamente com a proposta atual da SmartCompost: usar tecnologia para melhorar monitoramento, tomada de decisão e profissionalização do setor.
Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
O surgimento da adubação orgânica teve o seu inicio na china, na região do Rio Amarelo, há 8 mil anos A.C. Os chineses produziam os adubos com resíduo vegetal ou de animal, húmus dos rios e até mesmo esterco humano.
No Egito antigo, 600 anos A.C. com as cheias dos Rio Nilo eram depositadas em suas margens uma camada de húmus (Húmus ou humo, do termo latino húmus, é a matéria orgânica depositada no solo, resultante da decomposição de animais e plantas mortas, de seus subprodutos ou produzida por minhocas), uma camada de mais de 20 m de profundidade, com 15 km de largura e aproximadamente 800 km de extensão. Neste período eram utilizados para a cultura de cevada, trigo e lentilha.
Outros povos também procuravam métodos para melhorar os processos das culturas e os povos da região Andina (países da América do Sul atravessados pela Cordilheira dos Andes), grandes agricultores na época, desenvolveram técnicas sofisticadas de adubação. Construíam a sua área agrícola em terraços com camadas de terras com 1 metro de profundidade. Também existiam terraços com mais de 3 metros de altura, neste caso eram criados com pedras encaixadas sem nenhum tipo de argamassa e recolhidas dos vales dos rios e retificados.
Uma outra evidência da expertise agronômica dos povos dos Andes estava em empregar nos plantios o guano, material rico em fosfato de cálcio, ureia e sulfato de sódio e potássio, todos resultantes da mistura de fezes e restos de aves marinhas que originavam do litoral do oceano pacífico.
A adubação orgânica começou a ser vista como negócio somente na Idade Média, na Europa, mais precisamente na região entre a França, Bélgica e Holanda, também conhecida como Flandres. Esses agricultores adubavam suas culturas com esterco animal, lixo humano e até mesmo lodo de esgoto. O consumo foi tal que as cidades da região foram consideradas as mais limpas da Europa.
A adubação com esterco animal ficou tão popular no continente, que a matéria prima ficou escassa e só aí, a primeira fábrica de fertilizantes surgiu na Inglaterra em meados de 1843.
Adubação Orgânica na Faz Verde
O tempo passou mas a adubação orgânica é uma tendência no mundo e o Biólogo da Faz Verde, Felipe Pedrazzi fala neste vídeo como é o processo nos condomínios atendidos pela empresa.
Implementar um processo adequado de adubação orgânica em sua casa, empresa ou condomínio, além de garantir a destinação correta dos resíduos orgânicos, desenvolvemos a sustentabilidade, economia e contribuímos para que o ambiente seja preservado.
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