Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Separamos 5 artigos científicos que você precisa ler sobre compostagem!
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Separamos 5 artigos científicos que você precisa ler sobre compostagem!

Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Composto ou adubo orgânico é o resultado da degradação da matéria orgânica na forma de resíduos, processo conhecido como compostagem. Clique neste link para saber mais sobre este lindo processo!!!

O composto, quando feito da forma correta é um material seguro, livre de contaminações e rico em matéria orgânica, contendo nutrientes essenciais para o crescimento e manutenção das plantas, este adubo natural é excelente para suprir as deficiências do solo, tornando frutas, vegetais e flores mais bonitos e aumentando a produção de hortas.
Feito á partir de uma mistura de resíduos orgânicos, o composto tem uma relação entre dois elementos químicos essenciais carbono/nitrogênio (C/N) em torno de 10, umidade (quantidade de água) em torno de 50% e uma quantidade controlada de minerais essenciais as plantas (Ferro, potássio, cromo, fósforo e etc.).
O composto possuiu também seres vivos conhecidos como microrganismos, estes seres vivos são muito benéficos para o solo, possibilitando a melhora das condições físicas e químicas do solo, aumentando a eficiência do crescimento das plantas e diminuído a necessidade do uso de produtos químicos.
O composto orgânico pode ser usado diretamente no solo, em jardins, gramados e lavouras, podendo também ser aplicado em vasos de plantas e na produção de mudas. Os compostos podem ser encontrados “puros” ou misturados com outras substâncias e materiais, ganhando o nome de substrato. Os substratos são usados para funções específicas como crescimento das mudas, enraizamento ou correção do pH do solo, mas todos tem como base o composto orgânico.
Entre os principais substratos podemos citar o substrato com perlita, ótimo para estruturar o solo, facilitando o crescimento de mudas novas, temos também os substratos específicos para o enraizamento das plantas com sulfato de cobre e diversos outros exemplos para as mais diversas aplicações.
Por: Prof. Dr. Thiago Aguiar Cacuro
Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Muitos conhecem a reciclagem do “lixo seco”e sabem de seus benefícios econômicos, sociais e principalmente o ambiental.
Ao invés de jogar tudo fora e aterrar bem longe da sua casa, nosso lixo pode ser processado e utilizados novamente, gerando emprego e renda, o que leva a todo o processo a ser mais sustentável.
Como exemplos de reciclagem bem sucedida no Brasil temos os seguintes indices de recuperação:
Mas… você já ouviu falar de reciclagem de matéria orgânica? Você sabe se pode reciclar as sobras de comida ou resíduos agrícolas?
Parece uma ideia absurda, mas é um processo que já ocorre na natureza! O processo de degradação da matéria orgânica na natureza é conhecido como compostagem.
Como vocês já devem ter lido por aqui, a compostagem é o processo de degradação da matéria orgânica, permitindo que sobras de alimentos e outros resíduos orgânicos se transformem em adubo orgânico, também conhecido como “composto orgânico“.
O composto orgânico é o resultado da compostagem: um material estável e seguro que pode ser usado para “nutrir” o solo do seu jardim, horta ou lavoura, acrescentando:
Que confere nova vida ao solo e permitindo uma melhora nas plantas do local.
Portanto, a compostagem não é apenas uma alternativa sustentável e ecológica ao descarte de restos de alimentos e outros resíduos em aterros é também uma fonte de renda e uma forma natural de reciclagem para resíduos orgânicos, permitindo retornar os nutrientes ao solo.
Quer saber como começar a Compostar agora mesmo em sua casa? Acesse o nosso guia de compostagem e comece a sua compostagem agora mesmo! Juntos fazemos a diferença!
FAZ VERDE, nós podemos ajudá-los!
Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.
Data da fonte: 16 de setembro de 2020.
Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/events/EventDetails.aspx?id=1420950.

Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

Produtores rurais, especialmente criadores intensivos (como os de #galinhas ou confinamento de #gado), costumam ter muitos problemas com estercos animais.
Vira e mexe alguns “salvadores da pátria” vem com a solução e nos dizem “Se seu esterco é pesado e rico em nutrientes, tire a água dele e fique só com os nutrientes!”.
Quimicamente isso parece ser uma verdade, mas quando falamos de qualidade de matéria orgânica e disponibilidade no solo isso é muito diferente.
Ao compostar, você agrega vida no produto e gera um Composto Orgânico de extrema qualidade, que vai nutrir, estruturar e agregar o solo, melhorando certamente a qualidade microbiologica, quimica e física do solo.
Consulte as diversas opções para seu negócio, imitar os processos da natureza certamente vai agregar valor ao seu negócio.
Evite gastos desnecessários ao seu negócio! Agregue valor e #sustentabilidade! Sempre #composte!
#meioambiente #avicultura #bovinocultura #poedeiras #galinhas #compostagem
#organico #agro #pecuaria #confinamento #qualidade #sorocaba

Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

Uma nova forma de gestão de resíduos surge no Brasil: por quê a compostagem é melhor do que a disposição em aterro sanitário?
Todo material orgânico é composto basicamente por CARBONO! E necessariamente, após nosso uso, os resíduos orgânicos serão decompostos!!! Cabe a nós escolhermos qual via de decomposição e qual o destino final deste carbono na gestão de resíduos da nossa organização!
Quando estamos falando de aterros sanitários (que não é um LIXÃO – entenda aqui a diferença) os resíduos serão compactados e enterrados e a via de decomposição é necessariamente ANAERÓBICA, ou seja, acontece na falta de OXIGÊNIO.
A via ANAERÓBICA gera METANO (CH4) e outros subprodutos.
Quando dispomos nossos resíduos orgânicos em uma usina de compostagem, a via de decomposição do carbono ocorre AEROBICAMENTE, ou seja, pela PRESENÇA de OXIGÊNIO.
A via AERÓBICA gera GÁS CARBÔNICO (CO2) e água.
Fica a dúvida: Mas se fizermos a compostagem, ainda não está se decompondo e gerando gases de efeito estufa?
Este é o cerne da questão: metano versus dióxido de carbono.
Veja, os diferentes gases de efeito estufa têm mais capacidade de retenção de calor na atmosfera. O metano (CH4) pode reter 25 vezes mais calor do que o dióxido de carbono (CO2).
Então, se você acredita que o seu carbono vai se decompor de qualquer maneira (uma aposta segura para alimentos ou resíduos de jardim), você gostaria que isso se transformasse em CO2, não CH4.
Além disso, o subproduto da compostagem é o COMPOSTO ORGÂNICO e este enriquece os solos brasileiros e gera riqueza, pelo aumento de produtividade de nossas lavouras.
Na hora de escolher o seu coletor de resíduos, escolha bem e estimule-os a fazer a destinação dos orgânicos para a compostagem.
Veja aqui como fazer uma de nossas experiências na coleta seletiva em seu condomínio ou empresa, este condomínio em Sorocaba/SP é LIXO ZERO!
Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.
Data da fonte: agosto de 2020.
Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/page/CC-aug2020.
Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Defendemos a compostagem aeróbica como um processo benéfico e uma maneira inteligente de reciclar nutrientes a partir de resíduos. A compostagem aeróbica é um processo natural, onde bactérias, fungos e outros seres vivos fazem o trabalho de decompor compostos orgânicos, como restos de comida, restos de jardim, fibra de madeira, entre outros.
Esses micróbios fazem esse trabalho há centenas de milhões de anos sendo um processo muito eficiente e confiável. Eles fornecem esse serviço ecossistêmico de graça (bem, eles recebem alimentação e boas condições de vida!). No entanto, um ponto importante é que esses organismos levam, necessariamente, certa quantidade de tempo para realizar seu trabalho.
Segundo a Universidade de Cornell, nos Estados Unidos (Cornell Univesity) (LINK), os estágios iniciais da compostagem (Termofilicos e Mesofilicos) requerem um período mínimo de 10 a 20 dias, dependendo do processo, para serem concluídos, mesmo sob condições ideais. E esses são apenas os estágios iniciais, após estes estágios, ocorre a fase de cura, realizada principalmente pelos fungos, fase essas que pode levar de semanas a vários meses.
Quando vemos anúncios de fornecedores de equipamentos que afirmam concluir um processo de compostagem em 24 horas ou mesmo de 3 dias a 5 dias, conhecendo todo o processo, somos naturalmente céticos. Com base em tudo o que sabemos sobre compostagem, os microrganismos responsáveis pela compostagem simplesmente não funcionam tão rápido.
Alguns equipamentos empregam grande quantidade de energia térmica (calor) para desidratar resíduos sólidos orgânicos (alimentos) em um curto período de tempo, este não é um processo de compostagem e o produto não é composto orgânico. Um processo de desidratação produz, resíduos de alimentos desidratados.
Queremos deixar claro que um desidratador comercial de resíduos alimentares que anunciam compostagem em dias, não são a mesma coisa que um sistema de compostagem aeróbica. O Conselho de Compostagem dos EUA (USCC) refere-se a sistemas como estes como desidratadores comerciais de resíduos de alimentos, classificando-os como um tipo de sistema de pré-tratamento de resíduos.
A Universidade Loyola Marymount, nos Estados Unidos (LMU), publicou um estudo interessante no Biocycle que mostra o que acontece quando os resíduos de alimentos desidratados são misturados com resíduos verdes em várias proporções e aplicados à paisagem. Basicamente, eles observaram que, uma vez que o resíduo de alimentos desidratados quando reidratado, inicia um processo de compostagem no local, prosseguindo para um novo ciclo de degradação.
O estudo revelou que as amostras de resíduos de alimentos desidratados não processados não eram adequadas como para o tratamento do solo no campus da LMU. A reidratação dos resíduos orgânicos produziu grandes quantidades de fungo, um resultado não aceitável para o tratamento de solos pré plantio.
Embora desidratado, o material não é pode ser entendido como um “composto orgânico”. Embora a desidratação de sobras e resíduos de alimentos seja um bom primeiro passo em direção à sustentabilidade, é necessário um processamento adicional desse material antes que ele seja adequado para ser usado para uma correção do solo ou para outro propósito similar.”
Um desidratador de resíduos e sobras alimentares pode ser muito útil, pois reduz o peso e o volume de resíduos alimentares em um curto período de tempo. Isso pode ser benéfico em aplicações específicas como diminuição de resíduos mandados para aterros sanitários, economia de combustíveis fósseis para o transporte de resíduos.
No entanto, esses tipos de sistemas podem ter:
Maior consumo de energia elétrica: É necessária uma quantidade significativa de energia para desidratar rapidamente uma matéria-prima com 70-90% de umidade em um período de 1-5 dias. Essa energia geralmente vem da queima de combustíveis fósseis (no Brasil a fonte de energia predominante são as usinas termoelétricas). Com a compostagem natural, os micróbios fornecem esse aquecimento sem custo adicional, sem necessidade de combustíveis fósseis ou métodos externos de aquecimento.
Custos mais altos do sistema. Em parte, devido ao aquecimento externo e à moagem fina das sobras de alimentos, os custos de um sistema de desidratação em toneladas são normalmente mais altos do que sistemas de compostagem.
Reivindicações duvidosas. Diversos fornecedores de equipamentos do tipo afirmam que um processo de desidratação é um processo de compostagem. Isso, em nossa opinião, é enganoso, esta afirmação soa como um caso clássico de “greenwash”, ou seja, um processo que parece ambientalmente amigável, porém é tão sustentável quando ou até menos que processos convencionais. Nós acreditamos que o nome correto para estes produtos seria desidratadores de resíduos. Seguindo o antigo ditado: “Se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é bom demais para ser verdade”.
Portanto, se você está comprando uma tecnologia de compostagem e deseja realmente produzir um composto orgânico, recomendamos que você tenha cuidado com os fornecedores que afirmam que podem concluir um processo de compostagem aeróbica em um período de 1 a 7 dias. Essas alegações estão em desacordo com os estudos sobre a biologia da compostagem.
Título original: CAN YOU REALLY COMPOST IN ONE DAY?
Crédito: Artigo adaptado originalmente publicado por Green Montain Technologies, escrito por Dan Calvez.
Você pode acessar o artigo original em (https://compostingtechnology.com/the-myth-of-1-day-composting/)
Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.
Data da fonte: 2020.
Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/page/Fall2020WebinarSeries.
Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.
Data da fonte: 28 de agosto de 2019.
Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/news/467613/Diverse-and-Large-Mentoring-Class-Kicks-Off-for-USCC-Young-Professionals.htm.