Tag: Assunto: Monitoramento de odor

  • 5 artigos científicos que você precisa ler sobre compostagem

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Separamos 5 artigos científicos que você precisa ler sobre compostagem!

  • As maiores perguntas sobre o esterco seco.

    As maiores perguntas sobre o esterco seco.

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Você sabe a diferença entre “Secar” o esterco e “Compostar” o esterco?

    Produtores rurais, especialmente criadores intensivos (como os de #galinhas ou confinamento de #gado), costumam ter muitos problemas com estercos animais.

    Vira e mexe alguns “salvadores da pátria” vem com a solução e nos dizem “Se seu esterco é pesado e rico em nutrientes, tire a água dele e fique só com os nutrientes!”.

    Quimicamente isso parece ser uma verdade, mas quando falamos de qualidade de matéria orgânica e disponibilidade no solo isso é muito diferente.

    Ao compostar, você agrega vida no produto e gera um Composto Orgânico de extrema qualidade, que vai nutrir, estruturar e agregar o solo, melhorando certamente a qualidade microbiologica, quimica e física do solo.

    Consulte as diversas opções para seu negócio, imitar os processos da natureza certamente vai agregar valor ao seu negócio.

    Evite gastos desnecessários ao seu negócio! Agregue valor e #sustentabilidade! Sempre #composte!

    #meioambiente #avicultura #bovinocultura #poedeiras #galinhas #compostagem

    #organico #agro #pecuaria #confinamento #qualidade #sorocaba

  • Desvendando o mito: Você consegue fazer uma compostagem rápida em 1 dia?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Existem diversos métodos que falam em “compostagem rápida” ou “compostagem acelerada”, prometendo resultados em 1, 2, 3 dias. Mas será possível fazer este feito microbiológico? É possível compostar em tão pequeno espaço de tempo?

    Defendemos a compostagem aeróbica como um processo benéfico e uma maneira inteligente de reciclar nutrientes a partir de resíduos. A compostagem aeróbica é um processo natural, onde bactérias, fungos e outros seres vivos fazem o trabalho de decompor compostos orgânicos, como restos de comida, restos de jardim, fibra de madeira, entre outros. 

    Esses micróbios fazem esse trabalho há centenas de milhões de anos sendo um processo muito eficiente e confiável. Eles fornecem esse serviço ecossistêmico de graça (bem, eles recebem alimentação e boas condições de vida!). No entanto, um ponto importante é que esses organismos levam, necessariamente, certa quantidade de tempo para realizar seu trabalho.

    Segundo a Universidade de Cornell, nos Estados Unidos (Cornell Univesity) (LINK), os estágios iniciais da compostagem (Termofilicos e Mesofilicos) requerem um período mínimo de 10 a 20 dias, dependendo do processo, para serem concluídos, mesmo sob condições ideais. E esses são apenas os estágios iniciais, após estes estágios, ocorre a fase de cura, realizada principalmente pelos fungos, fase essas que pode levar de semanas a vários meses.

    POR QUE A COMPOSTAGEM REQUER TEMPO?

    Quando vemos anúncios de fornecedores de equipamentos que afirmam concluir um processo de compostagem em 24 horas ou mesmo de 3 dias a 5 dias, conhecendo todo o processo, somos naturalmente céticos. Com base em tudo o que sabemos sobre compostagem, os microrganismos responsáveis pela compostagem simplesmente não funcionam tão rápido.

    Alguns equipamentos empregam grande quantidade de energia térmica (calor) para desidratar resíduos sólidos orgânicos (alimentos) em um curto período de tempo, este não é um processo de compostagem e o produto não é composto orgânico. Um processo de desidratação produz, resíduos de alimentos desidratados.

    BAIXE AQUI O NOSSO GUIA DE COMPOSTAGEM

    PRÉ-TRATAMENTO DE RESÍDUOS X COMPOSTAGEM

    Queremos deixar claro que um desidratador comercial de resíduos alimentares que anunciam compostagem em dias, não são a mesma coisa que um sistema de compostagem aeróbica. O Conselho de Compostagem dos EUA (USCC) refere-se a sistemas como estes como desidratadores comerciais de resíduos de alimentos, classificando-os como um tipo de sistema de pré-tratamento de resíduos. 

    A Universidade Loyola Marymount, nos Estados Unidos (LMU), publicou um estudo interessante no Biocycle que mostra o que acontece quando os resíduos de alimentos desidratados são misturados com resíduos verdes em várias proporções e aplicados à paisagem. Basicamente, eles observaram que, uma vez que o resíduo de alimentos desidratados quando reidratado, inicia um processo de compostagem no local, prosseguindo para um novo ciclo de degradação.

    O estudo revelou que as amostras de resíduos de alimentos desidratados não processados não eram adequadas como para o tratamento do solo no campus da LMU. A reidratação dos resíduos orgânicos produziu grandes quantidades de fungo, um resultado não aceitável para o tratamento de solos pré plantio. 

    Embora desidratado, o material não é pode ser entendido como um “composto orgânico”. Embora a desidratação de sobras e resíduos de alimentos seja um bom primeiro passo em direção à sustentabilidade, é necessário um processamento adicional desse material antes que ele seja adequado para ser usado para uma correção do solo ou para outro propósito similar.”

    PORQUÊ A COMPOSTAGEM

    Um desidratador de resíduos e sobras alimentares pode ser muito útil, pois reduz o peso e o volume de resíduos alimentares em um curto período de tempo. Isso pode ser benéfico em aplicações específicas como diminuição de resíduos mandados para aterros sanitários, economia de combustíveis fósseis para o transporte de resíduos. 

    No entanto, esses tipos de sistemas podem ter:

    Maior consumo de energia elétrica: É necessária uma quantidade significativa de energia para desidratar rapidamente uma matéria-prima com 70-90% de umidade em um período de 1-5 dias. Essa energia geralmente vem da queima de combustíveis fósseis (no Brasil a fonte de energia predominante são as usinas termoelétricas). Com a compostagem natural, os micróbios fornecem esse aquecimento sem custo adicional, sem necessidade de combustíveis fósseis ou métodos externos de aquecimento.

    Custos mais altos do sistema. Em parte, devido ao aquecimento externo e à moagem fina das sobras de alimentos, os custos de um sistema de desidratação em toneladas são normalmente mais altos do que sistemas de compostagem.

    Reivindicações duvidosas. Diversos fornecedores de equipamentos do tipo afirmam que um processo de desidratação é um processo de compostagem. Isso, em nossa opinião, é enganoso, esta afirmação soa como um caso clássico de “greenwash”, ou seja, um processo que parece ambientalmente amigável, porém é tão sustentável quando ou até menos que processos convencionais. Nós acreditamos que o nome correto para estes produtos seria desidratadores de resíduos. Seguindo o antigo ditado: “Se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é bom demais para ser verdade”.

    Portanto, se você está comprando uma tecnologia de compostagem e deseja realmente produzir um composto orgânico, recomendamos que você tenha cuidado com os fornecedores que afirmam que podem concluir um processo de compostagem aeróbica em um período de 1 a 7 dias. Essas alegações estão em desacordo com os estudos sobre a biologia da compostagem.

    Título original: CAN YOU REALLY COMPOST IN ONE DAY?

    Crédito: Artigo adaptado originalmente publicado por Green Montain Technologies, escrito por Dan Calvez. 

    Você pode acessar o artigo original em (https://compostingtechnology.com/the-myth-of-1-day-composting/)

  • O que pode ser usado para a compostagem?

    O que pode ser usado para a compostagem?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    O que pode ser usado para a compostagem?

    Se você é um gerador de algum destes produtos, entre em contato!

    Compostagem
    Folhas secas e galhos também são fontes de compostagem

    Com o grande aumento da população e o consumo exagerado, um problema surgiu: o lixo. Hoje já sabemos que é imprescindível  encontrarmos soluções para a correta destinação do lixo (como a compostagem) e assim eliminar ou diminuir o impacto ambiental.

    Hoje é possível, com soluções adequadas, reduzir o impacto que o lixo provoca ao meio ambiente com o reaproveitamento. O reaproveitamento correto do resíduo orgânico na compostagem é uma das soluções para diminuir a quantidade de lixo, tanto em nossas casas quanto nas empresas.

    Abaixo detalhamos o que pode ser usado para a compostagem.

    Folhas:

    De queda de folhas sazonais ou de corte, poda ou remoção. Pode ser um ou mais dos seguintes: folhas soltas, palha e palha de pinheiro.

    Resíduos de jardim (resíduos verdes):

    folhas, aparas de relva, arbustos, materiais de jardim, troncos de árvores, árvores de natal e podas de árvores ou arbustos. Podem também incluir materiais vegetativos resultantes da utilização de produtos comerciais, incluindo, mas não se limitando a, flores descartadas, flores em vasos ou cobertores de sepulturas que não incluem plástico, metal, espuma de poliestireno ou outro material não biodegradável.

    Resíduos da Colheita / Resíduos agrossilvipastoris:

    Materiais gerados pela produção, colheita e processamento de plantas agrícolas ou hortícolas. Estes resíduos incluem, mas não estão limitados a caules, caules, folhas, vagens, cascas, bagaço e raízes.

    Árvores:

    Estacas de árvores, galhos de árvores, arbustos ou arbustos que foram cortados por residências, podadores de árvores comerciais e / ou serviços comerciais de cuidado do plantas.

    Resíduos da silvicultura:

    Resíduos e subprodutos de árvores cortadas, incluindo, mas não se limitando a tocos de árvores, serragem, paletes e madeira dimensional que não foram tratados quimicamente ou com adesivos e revestimentos como tinta, cola ou qualquer outro contaminante. Esterco bovino: esterco de vaca, também conhecido como estrume de vaca, é o produto de resíduos de espécies de bovinos. Estas espécies incluem gado de leite, gado de corte. Estrume de cavalo: esterco de cavalo, normalmente acompanhados de material de cama. Estrume de Aves: Estrume de Aves ou estrume de galinha é o lixo orgânico de aves composto principalmente de fezes e urina de galinhas. A mistura de estrume de aves com alimentos derramados, penas e materiais de cama como aparas de madeira ou serragem é referida como cama de frango. A composição e qualidade de uma cama de frango varia de acordo com os tipos de aves, dieta e suplementos dietéticos, coleta e armazenamento da cama.

    Restos de comida:

    comida pré e pós-consumo das residências e do setor comercial / industrial / institucional incluindo, mas não se limitando a legumes, frutas, grãos, produtos lácteos, carnes e utensílios / embalagens compostáveis ​​que podem ser misturadas. Produtos Compostos: Contêineres, filmes ou utensílios de serviços de alimentação como tigelas, pratos, copos, talheres, feitos de materiais como matéria vegetal, papel, papelão e plásticos que atendem ao Instituto de Produtos Biodegradáveis ​​(BPI) ASTM D6400, D6868. Esses produtos devem ser rotulados de acordo com as Diretrizes de Rotulagem do USCC (Conselho de Compostagem dos EUA). Subprodutos industriais: Materiais orgânicos gerados por processos industriais ou de fabricação que não são tóxicos, não são perigosos, não contêm águas residuarias.  Biosólidos: Sólidos derivados do tratamento primário, secundário ou avançado de efluentes sanitários que foram tratados através de um ou mais processos controlados que reduzam significativamente os patógenos e reduzam os sólidos voláteis ou estabilizem quimicamente os sólidos a ponto de não atraírem vetores

  • Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?

    Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?

    Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar? Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar? O processo é conhecido como compostagem e pode ser um aliado no aumento da produção de alimentos e combate ao aquecimento global. Comemos o tempo todo! Cinco, seis vezes ao dia abrimos nossas bocas e nos entregamos à mastigação!!! Para que isso aconteça um ciclo produtivo precisa ser girado: o solo precisa ser trabalhado, as sementes plantadas, as plantas cultivadas e colhidas, os produtos transportados, você comprar no supermercado e prepará-los na sua casa! Sempre sobra alguma coisa, que acaba indo para o lixo. Em cada pedaço deste ciclo diversos tipos de resíduos são gerados!!! Somos muito acostumados a falar sobre a separação e reciclagem de nossos resíduos, mas sempre relegamos os orgânicos para a coleta municipal, que deveria levá-los a um destino adequado (hoje entenda-se que um aterro sanitário é um destino adequado)! Pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, mecanismos de incentivo à compostagem devem ser estimulados e, no Estado de São Paulo, os municípios devem possuir sistemas piloto de compostagem, para situar-se positivamente no programa município verde-azul (veja aqui se o seu município está bem ranqueado: https://verdeazuldigital.sp.gov.br/site/pontuacoes/).

    O que acontece hoje com os nossos resíduos?

    Quase a totalidade (eu diria que mais de 99% dos nossos resíduos domésticos) são destinados à aterros sanitários. Falta-nos consciência, conscientização e estrutura para a coleta e destinação de nossos resíduos. Aterros sanitários nada mais são que uma obra de engenharia que acomoda os resíduos, impermeabiliza o solo, capta e trata o chorume (efluente dos resíduos). Neles, a decomposição dos materiais é quase nula, inclusive dos orgânicos. Ao contrário do que se imagina, do que destinamos aos aterros sanitários, menos de 15% deveria estar lá. Dos resíduos domésticos gerados na sua casa, aproximadamente 50% é composto por restos de comida e 35% por papel, plástico, metal e outros. Da reciclagem dos 35% todos conhecemos. Mas e dos outros 50%? A compostagem é um método limpo, seguro e saudável para a gestão dos resíduos orgânicos. Por uma técnica de decomposição controlada, transformamos problemas em solução! Com ele evitamos a emissão de metano, que é um dos principais gases causadores do efeito estufa! Com a compostagem, reduzimos em 26 vezes as emissões de metano! Além disso, o composto orgânico é um material que auxilia a recompor a fertilidade do solo, trazendo vida, nutrientes e energia para o solo depauperado! Estrutura o solo, retém água e facilita o enraizamento de qualquer planta! Faça você sua compostagem em casa, veja o nosso vídeo de como imitar estes processos naturais no vídeo abaixo: