O composto, quando feito da forma correta é um material seguro, livre de contaminações e rico em matéria orgânica, contendo nutrientes essenciais para o crescimento e manutenção das plantas, este adubo natural é excelente para suprir as deficiências do solo, tornando frutas, vegetais e flores mais bonitos e aumentando a produção de hortas.
Feito á partir de uma mistura de resíduos orgânicos, o composto tem uma relação entre dois elementos químicos essenciais carbono/nitrogênio (C/N) em torno de 10, umidade (quantidade de água) em torno de 50% e uma quantidade controlada de minerais essenciais as plantas (Ferro, potássio, cromo, fósforo e etc.).
O composto possuiu também seres vivos conhecidos como microrganismos, estes seres vivos são muito benéficos para o solo, possibilitando a melhora das condições físicas e químicas do solo, aumentando a eficiência do crescimento das plantas e diminuído a necessidade do uso de produtos químicos.
O composto orgânico pode ser usado diretamente no solo, em jardins, gramados e lavouras, podendo também ser aplicado em vasos de plantas e na produção de mudas. Os compostos podem ser encontrados “puros” ou misturados com outras substâncias e materiais, ganhando o nome de substrato. Os substratos são usados para funções específicas como crescimento das mudas, enraizamento ou correção do pH do solo, mas todos tem como base o composto orgânico.
Entre os principais substratos podemos citar o substrato com perlita, ótimo para estruturar o solo, facilitando o crescimento de mudas novas, temos também os substratos específicos para o enraizamento das plantas com sulfato de cobre e diversos outros exemplos para as mais diversas aplicações.
Por: Prof. Dr. Thiago Aguiar Cacuro
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Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Muitos conhecem a reciclagem do “lixo seco”e sabem de seus benefícios econômicos, sociais e principalmente o ambiental.
Ao invés de jogar tudo fora e aterrar bem longe da sua casa, nosso lixo pode ser processado e utilizados novamente, gerando emprego e renda, o que leva a todo o processo a ser mais sustentável.
Mas será que no Brasil, a reciclagem é sucesso?
Como exemplos de reciclagem bem sucedida no Brasil temos os seguintes indices de recuperação:
Alumínio: 91,5%
Plástico: 26,5%
Vidro: 45%
Mas… você já ouviu falar de reciclagem de matéria orgânica? Você sabe se pode reciclar as sobras de comida ou resíduos agrícolas?
Parece uma ideia absurda, mas é um processo que já ocorre na natureza! O processo de degradação da matéria orgânica na natureza é conhecido como compostagem.
Como vocês já devem ter lido por aqui, a compostagem é o processo de degradação da matéria orgânica, permitindo que sobras de alimentos e outros resíduos orgânicos se transformem em adubo orgânico, também conhecido como “composto orgânico“.
O composto orgânico é o resultado da compostagem: um material estável e seguro que pode ser usado para “nutrir” o solo do seu jardim, horta ou lavoura, acrescentando:
Matéria orgânica;
Seres vivos benéficos;
Nutrientes;
Que confere nova vida ao solo e permitindo uma melhora nas plantas do local.
O composto orgânico não só melhora a vida no solo como permite a reciclagem dos nutrientes presentes nos restos de alimentos e outros resíduos, nutrientes estes que se não compostados, seriam perdidos.
Portanto, a compostagem não é apenas uma alternativa sustentável e ecológica ao descarte de restos de alimentos e outros resíduos em aterros é também uma fonte de renda e uma forma natural de reciclagem para resíduos orgânicos, permitindo retornar os nutrientes ao solo.
Quer saber como começar a Compostar agora mesmo em sua casa? Acesse o nosso guia de compostagem e comece a sua compostagem agora mesmo! Juntos fazemos a diferença!
FAZ VERDE, nós podemos ajudá-los!
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Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.
Data da fonte: 16 de setembro de 2020.
Resumo
O US Composting Council publicou a página do webinar Campus Composting: Best Management Practices, realizado em 16 de setembro de 2020.
A publicação apresenta o encontro como uma iniciativa ligada aos Young Professionals do USCC, com foco em boas práticas para estruturas de compostagem em universidades.
Felipe Pedrazzi é mencionado na página como liderança do comitê de webinars do USCC, reforçando a participação brasileira em redes internacionais de compostagem.
Por que isso importa
A menção conecta a trajetória da Faz Verde e da SmartCompost ao debate técnico internacional sobre operação, educação e profissionalização da compostagem.
Para o blog, o registro funciona como referência de histórico institucional e participação em fóruns do setor.
Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Você sabe a diferença entre “Secar” o esterco e “Compostar” o esterco?
Produtores rurais, especialmente criadores intensivos (como os de #galinhas ou confinamento de #gado), costumam ter muitos problemas com estercos animais.
Vira e mexe alguns “salvadores da pátria” vem com a solução e nos dizem “Se seu esterco é pesado e rico em nutrientes, tire a água dele e fique só com os nutrientes!”.
Quimicamente isso parece ser uma verdade, mas quando falamos de qualidade de matéria orgânica e disponibilidade no solo isso é muito diferente.
Ao compostar, você agrega vida no produto e gera um Composto Orgânico de extrema qualidade, que vai nutrir, estruturar e agregar o solo, melhorando certamente a qualidade microbiologica, quimica e física do solo.
Consulte as diversas opções para seu negócio, imitar os processos da natureza certamente vai agregar valor ao seu negócio.
A compostagem é um processo biológico para transformar resíduos orgânicos em composto rico para o solo. No entanto, a emissão de gases anaeróbicos durante a decomposição da matéria orgânica…
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Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Uma nova forma de gestão de resíduos surge no Brasil: por quê a compostagem é melhor do que a disposição em aterro sanitário?
Todo material orgânico é composto basicamente por CARBONO! E necessariamente, após nosso uso, os resíduos orgânicos serão decompostos!!! Cabe a nós escolhermos qual via de decomposição e qual o destino final deste carbono na gestão de resíduos da nossa organização!
LIXÃO E ATERRO SANITÁRIO
Quando estamos falando de aterros sanitários (que não é um LIXÃO – entenda aqui a diferença) os resíduos serão compactados e enterrados e a via de decomposição é necessariamente ANAERÓBICA, ou seja, acontece na falta de OXIGÊNIO.
A via ANAERÓBICA gera METANO (CH4) e outros subprodutos.
Quando dispomos nossos resíduos orgânicos em uma usina de compostagem, a via de decomposição do carbono ocorre AEROBICAMENTE, ou seja, pela PRESENÇA de OXIGÊNIO.
A via AERÓBICA gera GÁS CARBÔNICO (CO2) e água.
Fica a dúvida: Mas se fizermos a compostagem, ainda não está se decompondo e gerando gases de efeito estufa?
Este é o cerne da questão: metano versus dióxido de carbono.
Veja, os diferentes gases de efeito estufa têm mais capacidade de retenção de calor na atmosfera. O metano (CH4) pode reter 25 vezes mais calor do que o dióxido de carbono (CO2).
Então, se você acredita que o seu carbono vai se decompor de qualquer maneira (uma aposta segura para alimentos ou resíduos de jardim), você gostaria que isso se transformasse em CO2, não CH4.
Além disso, o subproduto da compostagem é o COMPOSTO ORGÂNICO e este enriquece os solos brasileiros e gera riqueza, pelo aumento de produtividade de nossas lavouras.
Na hora de escolher o seu coletor de resíduos, escolha bem e estimule-os a fazer a destinação dos orgânicos para a compostagem.
As áreas utilizadas para a construção de aterros sanitários nunca mais poderão ser utilizadas.
Ao misturar os resíduos orgânicos com os demais, inviabilizamos a reciclagem.
A compostagem é um método rápido, na mesma área, muitas toneladas de resíduos podem ser gerenciados.
A transformação de resíduos em composto orgânico é uma mimetização da natureza. Nas florestas, todas as folhas que caem no chão viram adubo para a própria floresta. Ao fazer isso, estamos copiando a natureza.
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Todos sabemos que compostar nem sempre é tão simples como as pessoas falam por aí, nosso entendimento é que compostar é quase uma arte! E assim, toda arte precisa de dedicação! Compostar é…
Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.
Existem diversos métodos que falam em “compostagem rápida” ou “compostagem acelerada”, prometendo resultados em 1, 2, 3 dias. Mas será possível fazer este feito microbiológico? É possível compostar em tão pequeno espaço de tempo?
Defendemos a compostagem aeróbica como um processo benéfico e uma maneira inteligente de reciclar nutrientes a partir de resíduos. A compostagem aeróbica é um processo natural, onde bactérias, fungos e outros seres vivos fazem o trabalho de decompor compostos orgânicos, como restos de comida, restos de jardim, fibra de madeira, entre outros.
Esses micróbios fazem esse trabalho há centenas de milhões de anos sendo um processo muito eficiente e confiável. Eles fornecem esse serviço ecossistêmico de graça (bem, eles recebem alimentação e boas condições de vida!). No entanto, um ponto importante é que esses organismos levam, necessariamente, certa quantidade de tempo para realizar seu trabalho.
Segundo a Universidade de Cornell, nos Estados Unidos (Cornell Univesity) (LINK), os estágios iniciais da compostagem (Termofilicos e Mesofilicos) requerem um período mínimo de 10 a 20 dias, dependendo do processo, para serem concluídos, mesmo sob condições ideais. E esses são apenas os estágios iniciais, após estes estágios, ocorre a fase de cura, realizada principalmente pelos fungos, fase essas que pode levar de semanas a vários meses.
POR QUE A COMPOSTAGEM REQUER TEMPO?
Quando vemos anúncios de fornecedores de equipamentos que afirmam concluir um processo de compostagem em 24 horas ou mesmo de 3 dias a 5 dias, conhecendo todo o processo, somos naturalmente céticos. Com base em tudo o que sabemos sobre compostagem, os microrganismos responsáveis pela compostagem simplesmente não funcionam tão rápido.
Alguns equipamentos empregam grande quantidade de energia térmica (calor) para desidratar resíduos sólidos orgânicos (alimentos) em um curto período de tempo, este não é um processo de compostagem e o produto não é composto orgânico. Um processo de desidratação produz, resíduos de alimentos desidratados.
Queremos deixar claro que um desidratador comercial de resíduos alimentares que anunciam compostagem em dias, não são a mesma coisa que um sistema de compostagem aeróbica. O Conselho de Compostagem dos EUA (USCC) refere-se a sistemas como estes como desidratadores comerciais de resíduos de alimentos, classificando-os como um tipo de sistema de pré-tratamento de resíduos.
A Universidade Loyola Marymount, nos Estados Unidos (LMU), publicou um estudo interessante no Biocycle que mostra o que acontece quando os resíduos de alimentos desidratados são misturados com resíduos verdes em várias proporções e aplicados à paisagem. Basicamente, eles observaram que, uma vez que o resíduo de alimentos desidratados quando reidratado, inicia um processo de compostagem no local, prosseguindo para um novo ciclo de degradação.
O estudo revelou que as amostras de resíduos de alimentos desidratados não processados não eram adequadas como para o tratamento do solo no campus da LMU. A reidratação dos resíduos orgânicos produziu grandes quantidades de fungo, um resultado não aceitável para o tratamento de solos pré plantio.
Embora desidratado, o material não é pode ser entendido como um “composto orgânico”. Embora a desidratação de sobras e resíduos de alimentos seja um bom primeiro passo em direção à sustentabilidade, é necessário um processamento adicional desse material antes que ele seja adequado para ser usado para uma correção do solo ou para outro propósito similar.”
PORQUÊ A COMPOSTAGEM
Um desidratador de resíduos e sobras alimentares pode ser muito útil, pois reduz o peso e o volume de resíduos alimentares em um curto período de tempo. Isso pode ser benéfico em aplicações específicas como diminuição de resíduos mandados para aterros sanitários, economia de combustíveis fósseis para o transporte de resíduos.
No entanto, esses tipos de sistemas podem ter:
Maior consumo de energia elétrica: É necessária uma quantidade significativa de energia para desidratar rapidamente uma matéria-prima com 70-90% de umidade em um período de 1-5 dias. Essa energia geralmente vem da queima de combustíveis fósseis (no Brasil a fonte de energia predominante são as usinas termoelétricas). Com a compostagem natural, os micróbios fornecem esse aquecimento sem custo adicional, sem necessidade de combustíveis fósseis ou métodos externos de aquecimento.
Custos mais altos do sistema. Em parte, devido ao aquecimento externo e à moagem fina das sobras de alimentos, os custos de um sistema de desidratação em toneladas são normalmente mais altos do que sistemas de compostagem.
Reivindicações duvidosas. Diversos fornecedores de equipamentos do tipo afirmam que um processo de desidratação é um processo de compostagem. Isso, em nossa opinião, é enganoso, esta afirmação soa como um caso clássico de “greenwash”, ou seja, um processo que parece ambientalmente amigável, porém é tão sustentável quando ou até menos que processos convencionais. Nós acreditamos que o nome correto para estes produtos seria desidratadores de resíduos. Seguindo o antigo ditado: “Se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é bom demais para ser verdade”.
Portanto, se você está comprando uma tecnologia de compostagem e deseja realmente produzir um composto orgânico, recomendamos que você tenha cuidado com os fornecedores que afirmam que podem concluir um processo de compostagem aeróbica em um período de 1 a 7 dias. Essas alegações estão em desacordo com os estudos sobre a biologia da compostagem.
Título original: CAN YOU REALLY COMPOST IN ONE DAY?
Crédito: Artigo adaptado originalmente publicado por Green Montain Technologies, escrito por Dan Calvez.
O que pode ser usado para a compostagem? Se você é um gerador de algum destes produtos, entre em contato! Com o grande aumento da população e o consumo exagerado, um problema surgiu: o…
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Folhas secas e galhos também são fontes de compostagem
Com o grande aumento da população e o consumo exagerado, um problema surgiu: o lixo. Hoje já sabemos que é imprescindível encontrarmos soluções para a correta destinação do lixo (como a compostagem) e assim eliminar ou diminuir o impacto ambiental.
Hoje é possível, com soluções adequadas, reduzir o impacto que o lixo provoca ao meio ambiente com o reaproveitamento. O reaproveitamento correto do resíduo orgânico na compostagem é uma das soluções para diminuir a quantidade de lixo, tanto em nossas casas quanto nas empresas.
Abaixo detalhamos o que pode ser usado para a compostagem.
Folhas:
De queda de folhas sazonais ou de corte, poda ou remoção. Pode ser um ou mais dos seguintes: folhas soltas, palha e palha de pinheiro.
Resíduos de jardim (resíduos verdes):
folhas, aparas de relva, arbustos, materiais de jardim, troncos de árvores, árvores de natal e podas de árvores ou arbustos. Podem também incluir materiais vegetativos resultantes da utilização de produtos comerciais, incluindo, mas não se limitando a, flores descartadas, flores em vasos ou cobertores de sepulturas que não incluem plástico, metal, espuma de poliestireno ou outro material não biodegradável.
Resíduos da Colheita / Resíduos agrossilvipastoris:
Materiais gerados pela produção, colheita e processamento de plantas agrícolas ou hortícolas. Estes resíduos incluem, mas não estão limitados a caules, caules, folhas, vagens, cascas, bagaço e raízes.
Árvores:
Estacas de árvores, galhos de árvores, arbustos ou arbustos que foram cortados por residências, podadores de árvores comerciais e / ou serviços comerciais de cuidado do plantas.
Resíduos da silvicultura:
Resíduos e subprodutos de árvores cortadas, incluindo, mas não se limitando a tocos de árvores, serragem, paletes e madeira dimensional que não foram tratados quimicamente ou com adesivos e revestimentos como tinta, cola ou qualquer outro contaminante. Esterco bovino: esterco de vaca, também conhecido como estrume de vaca, é o produto de resíduos de espécies de bovinos. Estas espécies incluem gado de leite, gado de corte. Estrume de cavalo: esterco de cavalo, normalmente acompanhados de material de cama. Estrume de Aves: Estrume de Aves ou estrume de galinha é o lixo orgânico de aves composto principalmente de fezes e urina de galinhas. A mistura de estrume de aves com alimentos derramados, penas e materiais de cama como aparas de madeira ou serragem é referida como cama de frango. A composição e qualidade de uma cama de frango varia de acordo com os tipos de aves, dieta e suplementos dietéticos, coleta e armazenamento da cama.
Restos de comida:
comida pré e pós-consumo das residências e do setor comercial / industrial / institucional incluindo, mas não se limitando a legumes, frutas, grãos, produtos lácteos, carnes e utensílios / embalagens compostáveis que podem ser misturadas. Produtos Compostos: Contêineres, filmes ou utensílios de serviços de alimentação como tigelas, pratos, copos, talheres, feitos de materiais como matéria vegetal, papel, papelão e plásticos que atendem ao Instituto de Produtos Biodegradáveis (BPI) ASTM D6400, D6868. Esses produtos devem ser rotulados de acordo com as Diretrizes de Rotulagem do USCC (Conselho de Compostagem dos EUA). Subprodutos industriais: Materiais orgânicos gerados por processos industriais ou de fabricação que não são tóxicos, não são perigosos, não contêm águas residuarias. Biosólidos: Sólidos derivados do tratamento primário, secundário ou avançado de efluentes sanitários que foram tratados através de um ou mais processos controlados que reduzam significativamente os patógenos e reduzam os sólidos voláteis ou estabilizem quimicamente os sólidos a ponto de não atraírem vetores
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Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?
Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?
O processo é conhecido como compostagem e pode ser um aliado no aumento da produção de alimentos e combate ao aquecimento global.
Comemos o tempo todo! Cinco, seis vezes ao dia abrimos nossas bocas e nos entregamos à mastigação!!!
Para que isso aconteça um ciclo produtivo precisa ser girado: o solo precisa ser trabalhado, as sementes plantadas, as plantas cultivadas e colhidas, os produtos transportados, você comprar no supermercado e prepará-los na sua casa! Sempre sobra alguma coisa, que acaba indo para o lixo.
Em cada pedaço deste ciclo diversos tipos de resíduos são gerados!!! Somos muito acostumados a falar sobre a separação e reciclagem de nossos resíduos, mas sempre relegamos os orgânicos para a coleta municipal, que deveria levá-los a um destino adequado (hoje entenda-se que um aterro sanitário é um destino adequado)!
Pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, mecanismos de incentivo à compostagem devem ser estimulados e, no Estado de São Paulo, os municípios devem possuir sistemas piloto de compostagem, para situar-se positivamente no programa município verde-azul (veja aqui se o seu município está bem ranqueado: https://verdeazuldigital.sp.gov.br/site/pontuacoes/).
O que acontece hoje com os nossos resíduos?
Quase a totalidade (eu diria que mais de 99% dos nossos resíduos domésticos) são destinados à aterros sanitários. Falta-nos consciência, conscientização e estrutura para a coleta e destinação de nossos resíduos. Aterros sanitários nada mais são que uma obra de engenharia que acomoda os resíduos, impermeabiliza o solo, capta e trata o chorume (efluente dos resíduos). Neles, a decomposição dos materiais é quase nula, inclusive dos orgânicos.
Ao contrário do que se imagina, do que destinamos aos aterros sanitários, menos de 15% deveria estar lá.
Dos resíduos domésticos gerados na sua casa, aproximadamente 50% é composto por restos de comida e 35% por papel, plástico, metal e outros. Da reciclagem dos 35% todos conhecemos. Mas e dos outros 50%?
A compostagem é um método limpo, seguro e saudável para a gestão dos resíduos orgânicos. Por uma técnica de decomposição controlada, transformamos problemas em solução! Com ele evitamos a emissão de metano, que é um dos principais gases causadores do efeito estufa! Com a compostagem, reduzimos em 26 vezes as emissões de metano!
Além disso, o composto orgânico é um material que auxilia a recompor a fertilidade do solo, trazendo vida, nutrientes e energia para o solo depauperado! Estrutura o solo, retém água e facilita o enraizamento de qualquer planta!
Faça você sua compostagem em casa, veja o nosso vídeo de como imitar estes processos naturais no vídeo abaixo:
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Este evento reúne os maiores nomes de produtos orgânicos, produtores, pesquisadores, empresas compostagem, fabricantes de compostos e usuários de compostagem em um só lugar, este é o COMPOST2019!
A 27ªCOMPOST2019 traz todos os players do mercado, incluindo fornecedores dos melhores serviços, equipamentos e produtos que fazem girar a economia da Compostagem no mundo.
Segundo o Biólogo da Faz Verde, Felipe Pedrazzi:
“Produzir compostos orgânicos (ou adubo orgânico) exige conhecimento técnico e científico para que os melhores resultados sejam alcançados. Participar de uma conferência tão importante como essa, além de proporcionar reciclagem do conhecimento…
Faz com que a Faz Verde esteja sempre antenada com o que existe de inovação e pesquisas nessa área, pois já desenvolvemos esse processo em nosso clientes (a partir de resíduos verdes) e estamos com o lançamento de produtos neste segmento.”
A 27ª Conferência Nacional do Conselho de Compostagem dos EUA é destinado a empresas e pessoas que realizam a compostagem, produtos orgânicos, empresas geradoras de resíduos alimentares, resíduos agrossilvipastoris, resíduos sólidos, projetos de reciclagem, empresas e representantes de programas de meio ambiente e sustentabilidade, bem como órgãos reguladores.
O evento será em Glendale Renaissance no estado do Arizona.
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O Brasil tem uma vasta área geográfica, ladeado por diversos ecossistemas muito diferentes e cada um com seu potencial. O crescimento anual do uso de fertilizantes quimicos/convencionais,…
Curadoria editorial da página do Emerging Composter Challenge do USCC, que registra Felipe Pedrazzi em terceiro lugar em 2019 com projeto de composteira automatizada.
Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.
Data da fonte: 2019.
Resumo
A página do Emerging Composter Challenge, competição apoiada pelo USCC, lista vencedores anteriores e projetos de inovação em compostagem.
No histórico de 2019, Felipe Pedrazzi aparece em terceiro lugar com um projeto de composteira automatizada e controlada.
A fonte registra o nome da organização como “Vaz Verde”; por curadoria, mantemos a referência como aparece na fonte e a relacionamos ao histórico de Faz Verde/Felipe Pedrazzi.
O que o registro sinaliza
O prêmio evidencia uma agenda de inovação aplicada à compostagem, com foco em controle operacional e soluções práticas.
Esse histórico conversa diretamente com a proposta atual da SmartCompost: usar tecnologia para melhorar monitoramento, tomada de decisão e profissionalização do setor.