Categoria: COMPOSTAGEM

  • Oficina regional lista Faz Verde, SmartCompost e ABCompostagem como experiência do Sudeste

    Fonte: resumo editorial baseado em publicação de Even3. Não reproduzimos o texto integral da fonte.

    Data da fonte: 26 de março de 2026, 14h às 17h
    Local da publicação: Evento online – Oficina Regional Sudeste

    O encontro

    • A página do evento apresenta a Oficina Regional Sudeste sobre gestão de resíduos orgânicos urbanos e agropecuários.
    • Entre as experiências listadas, aparece o conjunto Céu Azul Compostagem, Faz Verde, SmartCompost e ABCompostagem, associado a Pereiras, SP.
    • O evento é descrito como espaço de troca sobre PLANARO, Plano Clima e soluções integradas para resíduos orgânicos.

    Leitura estratégica

    • A citação posiciona o ecossistema SmartCompost/Faz Verde/ABCompostagem como caso prático em debate público sobre gestão de resíduos orgânicos.
    • O valor editorial está na associação entre tecnologia, operação real e formulação de políticas públicas.

    Link da fonte original: https://www.even3.com.br/oficina-regiao-sudeste-aprimoramento-da-gestao-de-residuos-organicos-urbanos-e-agricolas-700779/.

  • LinkedIn da Smart Compost comunica aprovação para captação via LIR

    Fonte: resumo editorial baseado em publicação de LinkedIn – Smart Compost. Não reproduzimos o texto integral da fonte.

    Data da fonte: publicação exibida como relativa pelo LinkedIn; referência interna: fevereiro de 2026
    Local da publicação: LinkedIn – página institucional da Smart Compost

    O encontro

    • A publicação institucional comunica que a Smart Compost foi aprovada para captação via Lei de Incentivo à Reciclagem.
    • O texto apresenta o Smart Carbon como plataforma de MRV para compostagem, conectando sensores, relatórios, rastreabilidade e créditos de carbono.
    • A mensagem dialoga diretamente com empresas tributadas pelo Lucro Real e com a agenda ESG baseada em dados auditáveis.

    Leitura estratégica

    • A publicação consolida uma frente comercial importante: transformar incentivo fiscal em investimento verificável em tecnologia ambiental.
    • No blog, a menção serve como registro da comunicação pública da Smart Compost sobre LIR, MRV e créditos de carbono.

    Link da fonte original: https://pt.linkedin.com/posts/smart-compost_smartcompost-esgstrategy-carboncredits-activity-7427078923454185472-L709.

  • USCC lista apresentação com sensores SmartCompost em estudo de emissões

    Fonte: resumo editorial baseado em publicação de US Composting Council / CompostU. Não reproduzimos o texto integral da fonte.

    Data da fonte: COMPOST2026, realizado de 2 a 5 de fevereiro de 2026
    Local da publicação: USCC / CompostU – Sacramento, Califórnia, EUA

    O encontro

    • A loja de cursos da USCC/CompostU lista uma apresentação sobre análise de emissões de gases em pilhas de compostagem.
    • A descrição pública informa que sensores SmartCompost foram usados para acompanhar gases como metano, amônia, sulfeto de hidrogênio e compostos orgânicos voláteis.
    • A listagem vincula o tema à programação AC26/COMPOST2026, evento anual da USCC.

    Leitura estratégica

    • O ponto relevante é a presença do SmartCompost em uma pauta técnica internacional de emissões em compostagem.
    • Como o conteúdo completo do curso é licenciado, este post resume apenas a descrição pública e direciona o leitor para a fonte oficial.

    Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/store/viewproduct.aspx?ID=27170103.

  • Muito Além da Temperatura: Como o Monitoramento de Gases Acelera o Ciclo da Compostagem e Garante a Qualidade do Adubo

    Muito Além da Temperatura: Como o Monitoramento de Gases Acelera o Ciclo da Compostagem e Garante a Qualidade do Adubo

    Muito Além da Temperatura: Como o Monitoramento de Gases Acelera o Ciclo da Compostagem e Garante a Qualidade do Adubo

    Monitorar apenas a temperatura da leira é coisa do passado. Descubra como os sensores de Amônia (NH3) e Gás Carbônico (CO2) ajudam a reduzir o tempo de compostagem e evitar a perda de nutrientes.


    O “Ponto Cego” do Termômetro

    Na gestão de pátios de compostagem e biocompostagem industrial, o termômetro sempre foi o “melhor amigo” do operador. A lógica tradicional é simples: se a temperatura subiu, a atividade biológica está acontecendo. Se caiu, é hora de revirar.

    Embora a temperatura seja um indicador vital para a higienização (eliminação de patógenos), ela conta apenas metade da história. Operar uma planta de grande escala baseando-se apenas nela é como dirigir um carro olhando apenas para o velocímetro, ignorando o conta-giros e o nível de combustível.

    A verdadeira eficiência aquela que reduz o tempo de ciclo e aumenta o valor agronômico do produto final está escondida em métricas invisíveis a olho nu: a concentração de gases como Dióxido de Carbono (CO2) e Amônia (NH3).

    Na Smart Compost, defendemos que a compostagem de precisão exige dados químicos, não apenas térmicos.

    O Gás como Indicador de Performance Biológica

    A compostagem é um processo de “respiração” de microrganismos. O que eles exalam (os gases) diz exatamente como eles estão trabalhando. Monitorar essas emissões em tempo real via sensores IoT muda o jogo em dois aspectos cruciais:

    1. Aceleração do Processo (Monitoramento de CO2)

    O CO2 é o principal subproduto da respiração aeróbia.

    • Sem dados: O operador revira a leira baseando-se em um calendário fixo (ex: a cada 3 dias) ou quando a temperatura cai.

    • Com dados Smart Compost: O sensor indica se a concentração de CO2 está caindo antes mesmo da temperatura reagir. Isso sinaliza que o oxigênio está acabando. O reviramento é feito no momento exato da necessidade biológica, mantendo o metabolismo das bactérias sempre no topo.

    Resultado: Redução significativa no tempo total para a estabilização do resíduo.

    2. Retenção de Nutrientes (Monitoramento de NH3)

    Aqui tocamos no bolso da operação. A Amônia (NH3) é, basicamente, nitrogênio volátil.

    Quando você sente aquele cheiro forte de amônia no pátio, não é apenas um problema de odor: é dinheiro evaporando. Você está perdendo Nitrogênio, o nutriente mais nobre para o adubo final.

    Picos de amônia indicam desequilíbrio na relação Carbono/Nitrogênio (C/N) ou reviramentos em momentos inoportunos. Com sensores monitorando a volatilização de NH3, o gestor pode ajustar a receita da leira ou o regime de aeração para “segurar” esse nutriente na massa.

    De “Revirar por Rotina” para “Revirar por Demanda”

    A grande virada de chave da tecnologia Smart Compost aplicada ao processo produtivo é a transição da gestão por rotina para a gestão por demanda.

    Ao digitalizar o monitoramento das leiras, a planta ganha:

    • Padronização: O composto final mantém a mesma qualidade o ano todo, pois o processo é controlado por métricas, não pela intuição do operador da vez.

    • Economia: Evita-se o uso desnecessário de maquinário e combustível para reviramentos que não eram urgentes.

    • Valor Agregado: Um composto mais rico em Nitrogênio e estabilizado corretamente tem maior valor de mercado.

    Conclusão: Compostagem de Precisão

    A biocompostagem industrial moderna não aceita mais desperdício nem de tempo, nem de nutrientes.

    A tecnologia de monitoramento de gases 100% online da Smart Compost permite que você enxergue o invisível. Ao transformar a atividade biológica em gráficos claros, saímos do campo da suposição e entramos na era da eficiência.

    Lembre-se: Gestão ambiental com dados é decisão. Na compostagem, essa decisão vale dinheiro.

  • Anuário da Avicultura Industrial cita Smart Compost como tecnologia pioneira

    Fonte: resumo editorial baseado em publicação de Avicultura Industrial / Agrimídia. Não reproduzimos o texto integral da fonte.

    Data da fonte: 10 de dezembro de 2025
    Local da publicação: FlipHTML5 – Anuário da Avicultura Industrial, página 74

    O encontro

    • O anuário apresenta entrevista com Thiago Aguiar Cacuro e o identifica como fundador e CTO da Smart Compost.
    • Na seção sobre tecnologia e compostagem, a publicação descreve a Smart Compost como tecnologia pioneira e patenteada para monitoramento de processos de compostagem.
    • O texto também conecta sensores, temperatura, umidade, gases, conformidade legal e oportunidades de mão de obra qualificada no setor.

    Leitura estratégica

    • A menção em um anuário voltado à avicultura é importante porque aproxima a Smart Compost de cadeias agroindustriais geradoras de resíduos orgânicos.
    • A publicação reforça o papel da compostagem monitorada como ferramenta para economia circular, eficiência e sustentabilidade no agronegócio.

    Link da fonte original: https://fliphtml5.com/Agrimidia/AI1337_digital/AI1337_digital/.

  • Perfil FAPESP de Felipe Pedrazzi registra SmartCompost e gestão de odores

    Fonte: resumo editorial baseado em publicação de Biblioteca Virtual da FAPESP. Não reproduzimos o texto integral da fonte.

    Data da fonte: dados atualizados em 1 de dezembro de 2025
    Local da publicação: FAPESP – São Paulo, SP

    O encontro

    • O perfil de Felipe Pedrazzi na Biblioteca Virtual da FAPESP registra atuação focada em compostagem e gestão de odores.
    • A página cita SmartCompost como sistema patenteado com sensores IoT para monitorar pilhas de compostagem e condições atmosféricas em tempo real.
    • Também contextualiza sua atuação na ABCompostagem, no US Composting Council e em operação de compostagem no interior de São Paulo.

    Leitura estratégica

    • A fonte organiza, em um ambiente acadêmico-institucional, a conexão entre trajetória técnica, operação real e inovação aplicada.
    • Para o blog, o valor está em mostrar que a SmartCompost aparece vinculada a gestão de odores, dados e compostagem profissionalizada.

    Link da fonte original: https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/719616/felipe-jose-de-moraes-pedrazzi/.

  • Cruzeiro do Sul destaca tecnologia da Smart Compost para créditos de carbono

    Fonte: resumo editorial baseado em publicação de Jornal Cruzeiro do Sul. Não reproduzimos o texto integral da fonte.

    Data da fonte: 15 de novembro de 2025, 20h00
    Local da publicação: Sorocaba, SP – editoria Meio Ambiente do Jornal Cruzeiro do Sul

    O encontro

    • A reportagem apresenta a Smart Compost como uma iniciativa de Sorocaba voltada à medição de emissões e geração de créditos de carbono em compostagem.
    • O texto conecta a tecnologia ao contexto da COP30 e à necessidade de mensuração confiável de reduções de gases de efeito estufa.
    • A matéria cita Thiago Cacuro e Felipe Pedrazzi como fundadores da empresa e destaca sensores, plataforma digital, rastreabilidade e auditoria.

    Leitura estratégica

    • A publicação funciona como validação de mídia regional para a tese central da Smart Compost: resíduos orgânicos podem virar evidência ambiental mensurável.
    • Também reforça Sorocaba como origem tecnológica da solução e aproxima compostagem, agroindústria e mercado de carbono.

    Link da fonte original: https://www.jornalcruzeiro.com.br/sorocaba/noticias/2025/11/754273-tecnologia-transforma-residuos-de-granja-em-creditos-de-carbono.html.

  • Perfil FAPESP de Thiago Cacuro registra Smart Compost e tecnologia IoT

    Fonte: resumo editorial baseado em publicação de Biblioteca Virtual da FAPESP. Não reproduzimos o texto integral da fonte.

    Data da fonte: dados atualizados em 1 de novembro de 2025
    Local da publicação: FAPESP – São Paulo, SP

    O encontro

    • O perfil FAPESP de Thiago Cacuro registra sua formação em biotecnologia, sistemas e desenvolvimento tecnológico.
    • A página menciona sua atuação como sócio fundador da Smart Compost, com foco em IoT, automação, sistemas embarcados e monitoramento ambiental.
    • Também aponta sua ligação com a ABCompostagem e com tecnologias aplicadas à gestão sustentável de resíduos.

    Leitura estratégica

    • A fonte reforça a base tecnológica da Smart Compost e a combinação entre biotecnologia, software e sensores.
    • Para a narrativa do blog, isso ajuda a explicar por que a solução é posicionada como tecnologia de dados, não apenas equipamento de campo.

    Link da fonte original: https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/714078/thiago-aguiar-cacuro.

  • O que as pessoas esperam de uma usina de compostagem? Tecnologia, sustentabilidade e controle total de gases

    O que as pessoas esperam de uma usina de compostagem? Tecnologia, sustentabilidade e controle total de gases

    O que as pessoas esperam de uma usina de compostagem?
    Tecnologia, sustentabilidade e controle total de gases

    Quando se fala em usina de compostagem, a primeira imagem que vem à mente é um local onde resíduos orgânicos se transformam em adubo. Mas, para quem vive ou trabalha próximo a essas áreas, a expectativa vai muito além: redução de odores, controle de emissões de gases, operação eficiente e compromisso ambiental.

    O desafio é grande. O manuseio de resíduos orgânicos em áreas residenciais ou urbanas pode gerar desconforto e até conflitos com a comunidade. É aí que tecnologias como a Smart Compost entram em cena, oferecendo soluções inovadoras para transformar esse processo em algo limpo, eficiente e sustentável.


    A realidade de uma usina de compostagem

    O processo de compostagem é complexo e exige controle rigoroso de variáveis como temperatura, umidade, oxigenação e tempo de decomposição. Sem esses cuidados, surgem problemas como:

    • Emissão de gases como metano (CH₄) e óxido nitroso (N₂O), nocivos ao meio ambiente.

    • Odor desagradável, que pode gerar reclamações e prejuízos à reputação da operação.

    • Perda de eficiência na transformação de resíduos em composto orgânico.

    Esses pontos são ainda mais críticos quando a usina está próxima de áreas residenciais ou inserida em zonas urbanas.


    O que as pessoas esperam de uma usina de compostagem

    Com base em expectativas da sociedade, clientes e reguladores, uma usina moderna deve:
    ✅ Garantir mínimo impacto ambiental.
    ✅ Operar com baixo odor e emissão controlada de gases.
    ✅ Cumprir normas ambientais e sanitárias.
    ✅ Produzir um composto de alta qualidade.
    ✅ Demonstrar transparência e monitoramento dos indicadores ambientais.


    Como a tecnologia Smart Compost atende a essas expectativas

    A Smart Compost desenvolveu o Primeiro Raster de Cheiro do Brasil e do Mundo, uma solução inédita para medir e controlar gases e odores em tempo real.

    Benefícios diretos para usinas e comunidades:

    • Monitoramento preciso de emissões gasosas (CO₂, CH₄, NH₃, entre outros).

    • Controle de odores com relatórios que auxiliam na tomada de decisões.

    • Registro histórico para auditorias e comprovação de conformidade ambiental.

    • Otimização do processo de compostagem, reduzindo perdas e aumentando produtividade.


    Compostagem sustentável é o futuro

    Com legislações ambientais cada vez mais rigorosas e comunidades mais atentas ao impacto das operações, usar tecnologia para controlar e comprovar eficiência ambiental não é mais um diferencial, é uma necessidade.

    A Smart Compost não apenas auxilia na gestão operacional, mas também fortalece a imagem das empresas como líderes em sustentabilidade e inovação.


    Conclusão

    O que as pessoas esperam de uma usina de compostagem vai muito além do adubo. Elas esperam respeito ao meio ambiente, responsabilidade social e tecnologia aplicada ao bem-estar coletivo.

    Com o Raster de Cheiro Smart Compost, usinas de compostagem no Brasil e no mundo têm acesso a uma solução inédita que coloca o controle nas mãos do operador e a confiança no coração da comunidade.

    ♻️ Smart Compost
    Tecnologia para compostar sem cheiro e com controle total.

  • BioCycle destaca a criação da ABCompostagem e o avanço da compostagem no Brasil

    Fonte: conteúdo baseado em publicação do BioCycle. Este texto é um resumo traduzido e adaptado em português, não uma tradução integral.

    Data da fonte: 11 de fevereiro de 2025.

    Resumo traduzido e adaptado

    • A BioCycle publicou um artigo sobre o crescimento da indústria brasileira de compostagem e o papel da Associação Brasileira de Compostagem, também apresentada como ABC.
    • Segundo o artigo, a associação nasceu em 2022 a partir de uma rede de compostores, educadores, técnicos, ativistas, agrônomos e empresas interessadas em fortalecer a gestão de resíduos orgânicos no Brasil.
    • O texto destaca três frentes centrais de atuação: desenvolvimento de mercado, políticas públicas e educação comunitária.
    • A BioCycle também menciona Felipe Pedrazzi como presidente da associação e proprietário da Faz Verde Soluções Ambientais, conectando a atuação institucional à agenda de fortalecimento do setor.

    Pontos centrais do artigo

    • A ABCompostagem busca defender a compostagem como solução principal para resíduos orgânicos e ampliar sua presença em discussões públicas.
    • O setor ainda enfrenta gargalos: aterros baratos, falta de incentivos econômicos, competição com tecnologias térmicas e mercado ainda em desenvolvimento para o composto final.
    • A associação atua junto a órgãos públicos, municípios, escolas, empresas e grupos comunitários para transformar a compostagem em infraestrutura reconhecida.
    • O artigo apresenta exemplos de empresas brasileiras de compostagem, como Planta Feliz Adubo, Regera Mundo e Ciclo Orgânico, mostrando diferentes modelos de coleta, processamento e educação ambiental.

    Leitura para a SmartCompost

    • O artigo reforça que a profissionalização da compostagem brasileira depende de dados, monitoramento, comunicação técnica e capacidade de demonstrar impacto ambiental.
    • Esse contexto aproxima a pauta da ABCompostagem da proposta da SmartCompost: trazer inteligência operacional e evidências para plantas de compostagem.

    Link da fonte original: https://www.biocycle.net/growing-the-brazilian-composting-industry/.