Categoria: COMPOSTAGEM

  • Desvendando o mito: Você consegue fazer uma compostagem rápida em 1 dia?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Existem diversos métodos que falam em “compostagem rápida” ou “compostagem acelerada”, prometendo resultados em 1, 2, 3 dias. Mas será possível fazer este feito microbiológico? É possível compostar em tão pequeno espaço de tempo?

    Defendemos a compostagem aeróbica como um processo benéfico e uma maneira inteligente de reciclar nutrientes a partir de resíduos. A compostagem aeróbica é um processo natural, onde bactérias, fungos e outros seres vivos fazem o trabalho de decompor compostos orgânicos, como restos de comida, restos de jardim, fibra de madeira, entre outros. 

    Esses micróbios fazem esse trabalho há centenas de milhões de anos sendo um processo muito eficiente e confiável. Eles fornecem esse serviço ecossistêmico de graça (bem, eles recebem alimentação e boas condições de vida!). No entanto, um ponto importante é que esses organismos levam, necessariamente, certa quantidade de tempo para realizar seu trabalho.

    Segundo a Universidade de Cornell, nos Estados Unidos (Cornell Univesity) (LINK), os estágios iniciais da compostagem (Termofilicos e Mesofilicos) requerem um período mínimo de 10 a 20 dias, dependendo do processo, para serem concluídos, mesmo sob condições ideais. E esses são apenas os estágios iniciais, após estes estágios, ocorre a fase de cura, realizada principalmente pelos fungos, fase essas que pode levar de semanas a vários meses.

    POR QUE A COMPOSTAGEM REQUER TEMPO?

    Quando vemos anúncios de fornecedores de equipamentos que afirmam concluir um processo de compostagem em 24 horas ou mesmo de 3 dias a 5 dias, conhecendo todo o processo, somos naturalmente céticos. Com base em tudo o que sabemos sobre compostagem, os microrganismos responsáveis pela compostagem simplesmente não funcionam tão rápido.

    Alguns equipamentos empregam grande quantidade de energia térmica (calor) para desidratar resíduos sólidos orgânicos (alimentos) em um curto período de tempo, este não é um processo de compostagem e o produto não é composto orgânico. Um processo de desidratação produz, resíduos de alimentos desidratados.

    BAIXE AQUI O NOSSO GUIA DE COMPOSTAGEM

    PRÉ-TRATAMENTO DE RESÍDUOS X COMPOSTAGEM

    Queremos deixar claro que um desidratador comercial de resíduos alimentares que anunciam compostagem em dias, não são a mesma coisa que um sistema de compostagem aeróbica. O Conselho de Compostagem dos EUA (USCC) refere-se a sistemas como estes como desidratadores comerciais de resíduos de alimentos, classificando-os como um tipo de sistema de pré-tratamento de resíduos. 

    A Universidade Loyola Marymount, nos Estados Unidos (LMU), publicou um estudo interessante no Biocycle que mostra o que acontece quando os resíduos de alimentos desidratados são misturados com resíduos verdes em várias proporções e aplicados à paisagem. Basicamente, eles observaram que, uma vez que o resíduo de alimentos desidratados quando reidratado, inicia um processo de compostagem no local, prosseguindo para um novo ciclo de degradação.

    O estudo revelou que as amostras de resíduos de alimentos desidratados não processados não eram adequadas como para o tratamento do solo no campus da LMU. A reidratação dos resíduos orgânicos produziu grandes quantidades de fungo, um resultado não aceitável para o tratamento de solos pré plantio. 

    Embora desidratado, o material não é pode ser entendido como um “composto orgânico”. Embora a desidratação de sobras e resíduos de alimentos seja um bom primeiro passo em direção à sustentabilidade, é necessário um processamento adicional desse material antes que ele seja adequado para ser usado para uma correção do solo ou para outro propósito similar.”

    PORQUÊ A COMPOSTAGEM

    Um desidratador de resíduos e sobras alimentares pode ser muito útil, pois reduz o peso e o volume de resíduos alimentares em um curto período de tempo. Isso pode ser benéfico em aplicações específicas como diminuição de resíduos mandados para aterros sanitários, economia de combustíveis fósseis para o transporte de resíduos. 

    No entanto, esses tipos de sistemas podem ter:

    Maior consumo de energia elétrica: É necessária uma quantidade significativa de energia para desidratar rapidamente uma matéria-prima com 70-90% de umidade em um período de 1-5 dias. Essa energia geralmente vem da queima de combustíveis fósseis (no Brasil a fonte de energia predominante são as usinas termoelétricas). Com a compostagem natural, os micróbios fornecem esse aquecimento sem custo adicional, sem necessidade de combustíveis fósseis ou métodos externos de aquecimento.

    Custos mais altos do sistema. Em parte, devido ao aquecimento externo e à moagem fina das sobras de alimentos, os custos de um sistema de desidratação em toneladas são normalmente mais altos do que sistemas de compostagem.

    Reivindicações duvidosas. Diversos fornecedores de equipamentos do tipo afirmam que um processo de desidratação é um processo de compostagem. Isso, em nossa opinião, é enganoso, esta afirmação soa como um caso clássico de “greenwash”, ou seja, um processo que parece ambientalmente amigável, porém é tão sustentável quando ou até menos que processos convencionais. Nós acreditamos que o nome correto para estes produtos seria desidratadores de resíduos. Seguindo o antigo ditado: “Se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é bom demais para ser verdade”.

    Portanto, se você está comprando uma tecnologia de compostagem e deseja realmente produzir um composto orgânico, recomendamos que você tenha cuidado com os fornecedores que afirmam que podem concluir um processo de compostagem aeróbica em um período de 1 a 7 dias. Essas alegações estão em desacordo com os estudos sobre a biologia da compostagem.

    Título original: CAN YOU REALLY COMPOST IN ONE DAY?

    Crédito: Artigo adaptado originalmente publicado por Green Montain Technologies, escrito por Dan Calvez. 

    Você pode acessar o artigo original em (https://compostingtechnology.com/the-myth-of-1-day-composting/)

  • Felipe Pedrazzi citado na série de webinars de 2020 do US Composting Council

    Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.

    Data da fonte: 2020.

    Resumo

    • Na página da série de webinars do outono de 2020, o USCC reúne encontros técnicos sobre expansão da compostagem, compostagem em campus e outros temas ligados ao setor.
    • Felipe Pedrazzi aparece como Webinar Committee Chair, papel ligado à organização de encontros técnicos e educativos do conselho.
    • A referência mostra participação ativa em um ambiente internacional de troca de conhecimento sobre compostagem.

    Leitura para o setor brasileiro

    • A presença em comitês técnicos internacionais ajuda a trazer repertório de operação, mercado e política pública para o contexto brasileiro.
    • Esse tipo de articulação é relevante para empresas e associações que buscam qualificar a compostagem como infraestrutura ambiental.

    Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/page/Fall2020WebinarSeries.

  • Felipe Pedrazzi aparece na turma de mentoria Young Professionals do USCC

    Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.

    Data da fonte: 28 de agosto de 2019.

    Resumo

    • O USCC publicou uma notícia sobre a turma de mentoria Young Professionals 2018-2019, destacando a formação de pares entre mentores e profissionais jovens do setor.
    • Felipe Pedrazzi é citado entre os participantes, em um par internacional de mentoria ligado ao ecossistema de compostagem.
    • O programa buscava aproximar experiência profissional, networking e desenvolvimento de carreira dentro da indústria de compostagem.

    Relevância

    • Para o contexto da Faz Verde e da SmartCompost, a referência documenta uma etapa de formação e conexão internacional anterior à expansão recente do debate sobre compostagem no Brasil.
    • O registro também mostra que o setor brasileiro já participava de redes técnicas internacionais antes da criação formal da associação nacional de compostagem.

    Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/news/467613/Diverse-and-Large-Mentoring-Class-Kicks-Off-for-USCC-Young-Professionals.htm.

  • O que pode ser usado para a compostagem?

    O que pode ser usado para a compostagem?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    O que pode ser usado para a compostagem?

    Se você é um gerador de algum destes produtos, entre em contato!

    Compostagem
    Folhas secas e galhos também são fontes de compostagem

    Com o grande aumento da população e o consumo exagerado, um problema surgiu: o lixo. Hoje já sabemos que é imprescindível  encontrarmos soluções para a correta destinação do lixo (como a compostagem) e assim eliminar ou diminuir o impacto ambiental.

    Hoje é possível, com soluções adequadas, reduzir o impacto que o lixo provoca ao meio ambiente com o reaproveitamento. O reaproveitamento correto do resíduo orgânico na compostagem é uma das soluções para diminuir a quantidade de lixo, tanto em nossas casas quanto nas empresas.

    Abaixo detalhamos o que pode ser usado para a compostagem.

    Folhas:

    De queda de folhas sazonais ou de corte, poda ou remoção. Pode ser um ou mais dos seguintes: folhas soltas, palha e palha de pinheiro.

    Resíduos de jardim (resíduos verdes):

    folhas, aparas de relva, arbustos, materiais de jardim, troncos de árvores, árvores de natal e podas de árvores ou arbustos. Podem também incluir materiais vegetativos resultantes da utilização de produtos comerciais, incluindo, mas não se limitando a, flores descartadas, flores em vasos ou cobertores de sepulturas que não incluem plástico, metal, espuma de poliestireno ou outro material não biodegradável.

    Resíduos da Colheita / Resíduos agrossilvipastoris:

    Materiais gerados pela produção, colheita e processamento de plantas agrícolas ou hortícolas. Estes resíduos incluem, mas não estão limitados a caules, caules, folhas, vagens, cascas, bagaço e raízes.

    Árvores:

    Estacas de árvores, galhos de árvores, arbustos ou arbustos que foram cortados por residências, podadores de árvores comerciais e / ou serviços comerciais de cuidado do plantas.

    Resíduos da silvicultura:

    Resíduos e subprodutos de árvores cortadas, incluindo, mas não se limitando a tocos de árvores, serragem, paletes e madeira dimensional que não foram tratados quimicamente ou com adesivos e revestimentos como tinta, cola ou qualquer outro contaminante. Esterco bovino: esterco de vaca, também conhecido como estrume de vaca, é o produto de resíduos de espécies de bovinos. Estas espécies incluem gado de leite, gado de corte. Estrume de cavalo: esterco de cavalo, normalmente acompanhados de material de cama. Estrume de Aves: Estrume de Aves ou estrume de galinha é o lixo orgânico de aves composto principalmente de fezes e urina de galinhas. A mistura de estrume de aves com alimentos derramados, penas e materiais de cama como aparas de madeira ou serragem é referida como cama de frango. A composição e qualidade de uma cama de frango varia de acordo com os tipos de aves, dieta e suplementos dietéticos, coleta e armazenamento da cama.

    Restos de comida:

    comida pré e pós-consumo das residências e do setor comercial / industrial / institucional incluindo, mas não se limitando a legumes, frutas, grãos, produtos lácteos, carnes e utensílios / embalagens compostáveis ​​que podem ser misturadas. Produtos Compostos: Contêineres, filmes ou utensílios de serviços de alimentação como tigelas, pratos, copos, talheres, feitos de materiais como matéria vegetal, papel, papelão e plásticos que atendem ao Instituto de Produtos Biodegradáveis ​​(BPI) ASTM D6400, D6868. Esses produtos devem ser rotulados de acordo com as Diretrizes de Rotulagem do USCC (Conselho de Compostagem dos EUA). Subprodutos industriais: Materiais orgânicos gerados por processos industriais ou de fabricação que não são tóxicos, não são perigosos, não contêm águas residuarias.  Biosólidos: Sólidos derivados do tratamento primário, secundário ou avançado de efluentes sanitários que foram tratados através de um ou mais processos controlados que reduzam significativamente os patógenos e reduzam os sólidos voláteis ou estabilizem quimicamente os sólidos a ponto de não atraírem vetores

  • Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?

    Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar?

    Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar? Reciclagem de resíduos orgânicos, você já ouviu falar? O processo é conhecido como compostagem e pode ser um aliado no aumento da produção de alimentos e combate ao aquecimento global. Comemos o tempo todo! Cinco, seis vezes ao dia abrimos nossas bocas e nos entregamos à mastigação!!! Para que isso aconteça um ciclo produtivo precisa ser girado: o solo precisa ser trabalhado, as sementes plantadas, as plantas cultivadas e colhidas, os produtos transportados, você comprar no supermercado e prepará-los na sua casa! Sempre sobra alguma coisa, que acaba indo para o lixo. Em cada pedaço deste ciclo diversos tipos de resíduos são gerados!!! Somos muito acostumados a falar sobre a separação e reciclagem de nossos resíduos, mas sempre relegamos os orgânicos para a coleta municipal, que deveria levá-los a um destino adequado (hoje entenda-se que um aterro sanitário é um destino adequado)! Pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, mecanismos de incentivo à compostagem devem ser estimulados e, no Estado de São Paulo, os municípios devem possuir sistemas piloto de compostagem, para situar-se positivamente no programa município verde-azul (veja aqui se o seu município está bem ranqueado: https://verdeazuldigital.sp.gov.br/site/pontuacoes/).

    O que acontece hoje com os nossos resíduos?

    Quase a totalidade (eu diria que mais de 99% dos nossos resíduos domésticos) são destinados à aterros sanitários. Falta-nos consciência, conscientização e estrutura para a coleta e destinação de nossos resíduos. Aterros sanitários nada mais são que uma obra de engenharia que acomoda os resíduos, impermeabiliza o solo, capta e trata o chorume (efluente dos resíduos). Neles, a decomposição dos materiais é quase nula, inclusive dos orgânicos. Ao contrário do que se imagina, do que destinamos aos aterros sanitários, menos de 15% deveria estar lá. Dos resíduos domésticos gerados na sua casa, aproximadamente 50% é composto por restos de comida e 35% por papel, plástico, metal e outros. Da reciclagem dos 35% todos conhecemos. Mas e dos outros 50%? A compostagem é um método limpo, seguro e saudável para a gestão dos resíduos orgânicos. Por uma técnica de decomposição controlada, transformamos problemas em solução! Com ele evitamos a emissão de metano, que é um dos principais gases causadores do efeito estufa! Com a compostagem, reduzimos em 26 vezes as emissões de metano! Além disso, o composto orgânico é um material que auxilia a recompor a fertilidade do solo, trazendo vida, nutrientes e energia para o solo depauperado! Estrutura o solo, retém água e facilita o enraizamento de qualquer planta! Faça você sua compostagem em casa, veja o nosso vídeo de como imitar estes processos naturais no vídeo abaixo:
  • Faz Verde na COMPOST2019 nos EUA

    Faz Verde na COMPOST2019 nos EUA

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Faz Verde na COMPOST2019 nos EUA

    Neste ano a Faz Verde Jardinagem & Soluções Ambientais de Sorocaba participará do maior congresso de compostagem do mundo!

    Este evento reúne os maiores nomes de produtos orgânicos, produtores, pesquisadores, empresas compostagem, fabricantes de compostos e usuários de compostagem em um só lugar, este é o COMPOST2019!

    A 27ªCOMPOST2019 traz todos os players do mercado, incluindo fornecedores dos melhores serviços, equipamentos e produtos que fazem girar a economia da Compostagem no mundo.

    Segundo o Biólogo da Faz Verde, Felipe Pedrazzi:

    “Produzir compostos orgânicos (ou adubo orgânico) exige conhecimento técnico e científico para que os melhores resultados sejam alcançados. Participar de uma conferência tão importante como essa, além de proporcionar reciclagem do conhecimento…

    Faz com que a Faz Verde esteja sempre antenada com o que existe de inovação e pesquisas nessa área, pois já desenvolvemos esse processo em nosso clientes (a partir de resíduos verdes) e estamos com o lançamento de produtos neste segmento.”

    A 27ª Conferência Nacional do Conselho de Compostagem dos EUA é destinado a empresas e pessoas que realizam a compostagem, produtos orgânicos, empresas geradoras de resíduos alimentares, resíduos agrossilvipastoris, resíduos sólidos, projetos de reciclagem, empresas e representantes de programas de meio ambiente e sustentabilidade, bem como órgãos reguladores.

    O evento será em Glendale Renaissance no estado do Arizona.

    Dias 28, 29 e 30 de janeiro de 2019.

    Saiba mais e Registre-se em www.compostconference.com

    Curta e compartilhe o evento
    https://www.facebook.com/events/233611387321494/

  • Projeto de Felipe Pedrazzi é citado entre vencedores do Emerging Composter Challenge

    Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.

    Data da fonte: 2019.

    Resumo

    • A página do Emerging Composter Challenge, competição apoiada pelo USCC, lista vencedores anteriores e projetos de inovação em compostagem.
    • No histórico de 2019, Felipe Pedrazzi aparece em terceiro lugar com um projeto de composteira automatizada e controlada.
    • A fonte registra o nome da organização como “Vaz Verde”; por curadoria, mantemos a referência como aparece na fonte e a relacionamos ao histórico de Faz Verde/Felipe Pedrazzi.

    O que o registro sinaliza

    • O prêmio evidencia uma agenda de inovação aplicada à compostagem, com foco em controle operacional e soluções práticas.
    • Esse histórico conversa diretamente com a proposta atual da SmartCompost: usar tecnologia para melhorar monitoramento, tomada de decisão e profissionalização do setor.

    Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/page/EmergingComposterChallenge.

  • ADUBAÇÃO ORGÂNICA: O surgimento e a utilização na Faz Verde

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    O surgimento da adubação orgânica teve o seu inicio na china, na região do Rio Amarelo, há 8 mil anos A.C. Os chineses produziam os adubos com resíduo vegetal ou de animal, húmus dos rios e até mesmo esterco humano.

    No Egito antigo, 600 anos A.C. com as cheias dos Rio Nilo eram depositadas em suas margens uma camada de húmus (Húmus ou humo, do termo latino húmus, é a matéria orgânica depositada no solo, resultante da decomposição de animais e plantas mortas, de seus subprodutos ou produzida por minhocas), uma camada de mais de 20 m de profundidade, com 15 km de largura e aproximadamente 800 km de extensão. Neste período eram utilizados para a cultura de cevada, trigo e lentilha.

    Outros povos também procuravam métodos para melhorar os processos das culturas e os povos da região Andina (países da América do Sul atravessados pela Cordilheira dos Andes), grandes agricultores na época, desenvolveram técnicas sofisticadas de adubação. Construíam a sua área agrícola em terraços com camadas de terras com 1 metro de profundidade. Também existiam terraços com mais de 3 metros de altura, neste caso eram criados com pedras encaixadas sem nenhum tipo de argamassa e recolhidas dos vales dos rios e retificados.

    Uma outra evidência da expertise agronômica dos povos dos Andes estava em empregar nos plantios o guano, material rico em fosfato de cálcio, ureia e sulfato de sódio e potássio, todos resultantes da mistura de fezes e restos de aves marinhas que originavam do litoral do oceano pacífico.

    A adubação orgânica começou a ser vista como negócio somente na Idade Média, na Europa, mais precisamente na região entre a França, Bélgica e Holanda, também conhecida como Flandres. Esses agricultores adubavam suas culturas com esterco animal, lixo humano e até mesmo lodo de esgoto. O consumo foi tal que as cidades da região foram consideradas as mais limpas da Europa.

    A adubação com esterco animal ficou tão popular no continente, que a matéria prima ficou escassa e só aí, a primeira fábrica de fertilizantes surgiu na Inglaterra em meados de 1843.

    Adubação Orgânica na Faz Verde

    O tempo passou mas a adubação orgânica é uma tendência no mundo e o Biólogo da Faz Verde, Felipe Pedrazzi fala neste vídeo como é o processo nos condomínios atendidos pela empresa.

    Implementar um processo adequado de adubação orgânica em sua casa, empresa ou condomínio, além de garantir a destinação correta dos resíduos orgânicos, desenvolvemos a sustentabilidade, economia e contribuímos para que o ambiente seja preservado.

    www.fazverde.com.br

    #adubacao #aduboorganico #adubacaoorganica #adubacaoorganicaparahorta #aduboorganicoparahorta #fazverde #jardinagem #sorocaba #felipepedrazzi

    ref.
    https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/8048/2/Textual%20-%20Ufba.pdf
    https://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%BAmus