Categoria: COMPOSTAGEM

  • FAPESP registra PIPE para dispositivo de monitoramento e automação da compostagem

    Fonte: resumo editorial baseado em publicação de Biblioteca Virtual da FAPESP. Não reproduzimos o texto integral da fonte.

    Data da fonte: vigência iniciada em 1 de junho de 2021
    Local da publicação: FAPESP – São Paulo, SP; projeto em Sorocaba, SP

    O encontro

    • A Biblioteca Virtual da FAPESP registra o projeto PIPE fase I para construir e validar dispositivo de monitoramento, controle e automação de compostagem.
    • O projeto tem Thiago Aguiar Cacuro como pesquisador responsável e Faz Verde Soluções Ambientais Ltda como empresa vinculada.
    • A proposta descreve sensores, transmissão em nuvem e monitoramento remoto como base para apoiar tomada de decisão no manejo da compostagem.

    Leitura estratégica

    • Este registro funciona como uma das bases históricas da tecnologia que depois aparece como SmartCompost.
    • A fonte mostra que a proposta nasceu como pesquisa aplicada para resolver gargalos reais de operação, controle e acesso à tecnologia no mercado brasileiro.

    Link da fonte original: https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/108368/construcao-e-validacao-de-dispositivo-para-monitoramento-controle-e-automacao-de-processos-de-compos/.

  • Bombando sua compostagem: 4 parâmetros que você deve conhecer!

    Bombando sua compostagem: 4 parâmetros que você deve conhecer!

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Todos sabemos que compostar nem sempre é tão simples como as pessoas falam por aí, nosso entendimento é que compostar é quase uma arte! E assim, toda arte precisa de dedicação!

    Compostar é uma atividade que requer cuidados frequentes, atenção contínua e aos detalhes!

    Parâmetros ideais da compostagem. Adaptado de Rynk, R., 1992. On Farm composting handbook.

    1) A relação Carbono-Nitrogênio

    Em primeiro lugar: controlar a sua mistura! Assim, a relação entre materiais marrons, que são os ricos em carbono, e verdes, que são aqueles ricos em nitrogênio é fundamental!

    Colocamos abaixo uma tabela contendo os indicadores de C:N de cada material!

    Relação C:N para diferentes tipos de materiais comumente usados na compostagem

    Conforme mostrado acima, cada composteira doméstica deverá ter uma composição balanceada de materiais ricos em Carbono e ricos em Nitrogênio. Para calcular, use a massa seca dos materiais multiplicando pela quantidade que você vai colocar na sua composteira.

    2) A umidade

    Em segundo lugar a água é fundamental para que seu processo aconteça!

    Um dos grandes problemas da compostagem é a umidade da sua pilha. Este fator é fundamental para que os microorganismos da sua pilha fiquem vivos! Entenda aqui a diferença entre secar e compostar resíduos (especialmente os estercos).

    Como você viu no vídeo acima é preciso de água para que a compostagem aconteça. E a umidade deve estar entre 40 e 60%. Assim, quando perceber que sua pilha está secando, adicione água nela.

    Entenda neste vídeo como controlar a umidade da sua pilha de compostagem (de forma prática).

    3) pH

    Controlar o pH da sua pilha significa controlar o pH dos materiais de origem da sua pilha!

    Conheça o pH dos materiais de origem e faça um balanceamento entre eles, assim você conseguirá mantê-lo dentro das faixas ideiais.

    Cabe dizer que o pH final do seu composto será entre de 6,5 e 7,5, fundamental para que as plantas que receberão seu rico composto orgânico poderão desfrutar de todo o bom potencial do adubo orgânico!

    4) Densidade

    Por fim, e não menos importante, a densidade da sua pilha tem grande influência no resultado da compostagem.

    Para que seu processo ocorra de acordo com as melhores práticas, sua pilha de compostagem deve ter no mínimo 475kg/m3 e no máximo 710kg/m3.

    Pilhas muito leves indicam grande quantidade de ar entre os materiais. Grande quantidade de ar circulando na pilha dificulta o contato entre as partículas, assim resseca o material, antes que ele comece a compostagem.

    Pilhas muito pesadas indicam pouca permeabilidade de ar passando entre as partículas da sua pilha, dificultando a penetração da umidade e a passagem do ar entre as partículas.

    Como saber sua densidade?

    Pegue um balde com volume conhecido, preencha o balde com seu material da seguinte forma, ao final de cada etapa, bata o balde no chão por três vezes:

    1. Com uma pá, adicione 1/3 do balde
    2. Coloque material em mais 1/3 do balde.
    3. Finalize com o terço final.

    Agora, com o balde cheio, pese-o e aplique uma regra de 3 para saber a densidade!

  • Compostar humanos poderia ser a alternativa sustentável do século XXI?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    A compostagem de corpos humanos, pode ser uma boa opção para a sustentabilidade?

    O que pode parecer uma coisa saída de um filme de terror ou uma pegadinha de do Silvio Santos é uma proposta séria proposta pela empresa RECOMPOSE, de Washington nos Estados Unidos.

    https://www.sciencealert.com/the-world-s-first-human-composting-facility-will-turn-you-into-soil-in-2021

    A empresa Recompose, começou a oferecer neste mês, o serviço de compostagem como alternativa ao sepultamento ou cremação. A empresa faz isso selando o corpo em uma cápsula com matéria vegetal que se decompõe organicamente ao longo do tempo, transformando o corpo em um tipo de composto (adubo).

    Com o sistema, a empresa alega que “transforma” todo o corpo em adubo orgânico, sem contaminar o solo ou o ambiente.

    E o que acontece com o composto humano? Bem, ele pode ser doado para a reserva natural conhecida como Bells Mountain, sendo usado para nutrir a natureza local ou devolvido aos parentes mais próximos.

    Segundo Ana Swenson, gerente de comunicação da Recompose, 350 pessoas já pagaram antecipadamente pelos serviços de compostagem humana da empresa.

    Embora esta seja a única empresa conhecida a oferecer os serviços e Washington seja o único estado a permitir esta prática, provavelmente veremos outros estados, empresas e países seguirem o exemplo à medida que mais pessoas adotarem essa abordagem regenerativa e sustentável para o sepultamento.

    E você, o que acha? Gostaria de ver essa alternativa por aqui? Conheça a página da empresa aqui: https://recompose.life/

    Por: Prof. Dr. Thiago Aguiar Cacuro

  • 5 artigos científicos que você precisa ler sobre compostagem

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Separamos 5 artigos científicos que você precisa ler sobre compostagem!

  • Composto Orgânico: O que é, como é feito e como usar

    Composto Orgânico: O que é, como é feito e como usar

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Composto ou adubo orgânico é o resultado da degradação da matéria orgânica na forma de resíduos, processo conhecido como compostagem. Clique neste link para saber mais sobre este lindo processo!!!

    O composto, quando feito da forma correta é um material seguro, livre de contaminações e rico em matéria orgânica, contendo nutrientes essenciais para o crescimento e manutenção das plantas, este adubo natural é excelente para suprir as deficiências do solo, tornando frutas, vegetais e flores mais bonitos e aumentando a produção de hortas.

    Feito á partir de uma mistura de resíduos orgânicos, o composto tem uma relação entre dois elementos químicos essenciais carbono/nitrogênio (C/N) em torno de 10, umidade (quantidade de água) em torno de 50% e uma quantidade controlada de minerais essenciais as plantas (Ferro, potássio, cromo, fósforo e etc.).

    O composto possuiu também seres vivos conhecidos como microrganismos, estes seres vivos são muito benéficos para o solo, possibilitando a melhora das condições físicas e químicas do solo, aumentando a eficiência do crescimento das plantas e diminuído a necessidade do uso de produtos químicos.

    O composto orgânico pode ser usado diretamente no solo, em jardins, gramados e lavouras, podendo também ser aplicado em vasos de plantas e na produção de mudas. Os compostos podem ser encontrados “puros” ou misturados com outras substâncias e materiais, ganhando o nome de substrato. Os substratos são usados para funções específicas como crescimento das mudas, enraizamento ou correção do pH do solo, mas todos tem como base o composto orgânico.

    Entre os principais substratos podemos citar o substrato com perlita, ótimo para estruturar o solo, facilitando o crescimento de mudas novas, temos também os substratos específicos para o enraizamento das plantas com sulfato de cobre e diversos outros exemplos para as mais diversas aplicações.

    Por: Prof. Dr. Thiago Aguiar Cacuro

  • Em casa, na indústria ou no seu trabalho… por quê Compostar?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Muitos conhecem a reciclagem do “lixo seco”e sabem de seus benefícios econômicos, sociais e principalmente o ambiental.

    Ao invés de jogar tudo fora e aterrar bem longe da sua casa, nosso lixo pode ser processado e utilizados novamente, gerando emprego e renda, o que leva a todo o processo a ser mais sustentável.

    Mas será que no Brasil, a reciclagem é sucesso?

    Como exemplos de reciclagem bem sucedida no Brasil temos os seguintes indices de recuperação:

    • Alumínio: 91,5%
    • Plástico: 26,5%
    • Vidro: 45%

    Mas… você já ouviu falar de reciclagem de matéria orgânica? Você sabe se pode reciclar as sobras de comida ou resíduos agrícolas?

    Parece uma ideia absurda, mas é um processo que já ocorre na natureza! O processo de degradação da matéria orgânica na natureza é conhecido como compostagem.

    Como vocês já devem ter lido por aqui, a compostagem é o processo de degradação da matéria orgânica, permitindo que sobras de alimentos e outros resíduos orgânicos se transformem em adubo orgânico, também conhecido como “composto orgânico“.

    O composto orgânico é o resultado da compostagem: um material estável e seguro que pode ser usado para “nutrir” o solo do seu jardim, horta ou lavoura, acrescentando:

    • Matéria orgânica;
    • Seres vivos benéficos;
    • Nutrientes;

    Que confere nova vida ao solo e permitindo uma melhora nas plantas do local.

    O composto orgânico não só melhora a vida no solo como permite a reciclagem dos nutrientes presentes nos restos de alimentos e outros resíduos, nutrientes estes que se não compostados, seriam perdidos.

    Portanto, a compostagem não é apenas uma alternativa sustentável e ecológica ao descarte de restos de alimentos e outros resíduos em aterros é também uma fonte de renda e uma forma natural de reciclagem para resíduos orgânicos, permitindo retornar os nutrientes ao solo.

    Quer saber como começar a Compostar agora mesmo em sua casa? Acesse o nosso guia de compostagem e comece a sua compostagem agora mesmo! Juntos fazemos a diferença!

    FAZ VERDE, nós podemos ajudá-los!

  • Felipe Pedrazzi no webinar do US Composting Council sobre compostagem em campus

    Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.

    Data da fonte: 16 de setembro de 2020.

    Resumo

    • O US Composting Council publicou a página do webinar Campus Composting: Best Management Practices, realizado em 16 de setembro de 2020.
    • A publicação apresenta o encontro como uma iniciativa ligada aos Young Professionals do USCC, com foco em boas práticas para estruturas de compostagem em universidades.
    • Felipe Pedrazzi é mencionado na página como liderança do comitê de webinars do USCC, reforçando a participação brasileira em redes internacionais de compostagem.

    Por que isso importa

    • A menção conecta a trajetória da Faz Verde e da SmartCompost ao debate técnico internacional sobre operação, educação e profissionalização da compostagem.
    • Para o blog, o registro funciona como referência de histórico institucional e participação em fóruns do setor.

    Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/events/EventDetails.aspx?id=1420950.

  • As maiores perguntas sobre o esterco seco.

    As maiores perguntas sobre o esterco seco.

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Você sabe a diferença entre “Secar” o esterco e “Compostar” o esterco?

    Produtores rurais, especialmente criadores intensivos (como os de #galinhas ou confinamento de #gado), costumam ter muitos problemas com estercos animais.

    Vira e mexe alguns “salvadores da pátria” vem com a solução e nos dizem “Se seu esterco é pesado e rico em nutrientes, tire a água dele e fique só com os nutrientes!”.

    Quimicamente isso parece ser uma verdade, mas quando falamos de qualidade de matéria orgânica e disponibilidade no solo isso é muito diferente.

    Ao compostar, você agrega vida no produto e gera um Composto Orgânico de extrema qualidade, que vai nutrir, estruturar e agregar o solo, melhorando certamente a qualidade microbiologica, quimica e física do solo.

    Consulte as diversas opções para seu negócio, imitar os processos da natureza certamente vai agregar valor ao seu negócio.

    Evite gastos desnecessários ao seu negócio! Agregue valor e #sustentabilidade! Sempre #composte!

    #meioambiente #avicultura #bovinocultura #poedeiras #galinhas #compostagem

    #organico #agro #pecuaria #confinamento #qualidade #sorocaba

  • Gestão de resíduos na minha empresa: por quê escolher compostar ao invés de aterrar?

    Gestão de resíduos na minha empresa: por quê escolher compostar ao invés de aterrar?

    Fonte: conteúdo original retirado do site da Faz Verde. Importado para este ambiente de teste para curadoria editorial da SmartCompost.

    Uma nova forma de gestão de resíduos surge no Brasil: por quê a compostagem é melhor do que a disposição em aterro sanitário?

    Todo material orgânico é composto basicamente por CARBONO! E necessariamente, após nosso uso, os resíduos orgânicos serão decompostos!!! Cabe a nós escolhermos qual via de decomposição e qual o destino final deste carbono na gestão de resíduos da nossa organização!

    LIXÃO E ATERRO SANITÁRIO

    Quando estamos falando de aterros sanitários (que não é um LIXÃO – entenda aqui a diferença) os resíduos serão compactados e enterrados e a via de decomposição é necessariamente ANAERÓBICA, ou seja, acontece na falta de OXIGÊNIO.

    A via ANAERÓBICA gera METANO (CH4) e outros subprodutos.

    Quando dispomos nossos resíduos orgânicos em uma usina de compostagem, a via de decomposição do carbono ocorre AEROBICAMENTE, ou seja, pela PRESENÇA de OXIGÊNIO.

    A via AERÓBICA gera GÁS CARBÔNICO (CO2) e água.

    Fica a dúvida: Mas se fizermos a compostagem, ainda não está se decompondo e gerando gases de efeito estufa?

    Este é o cerne da questão: metano versus dióxido de carbono.

    Veja, os diferentes gases de efeito estufa têm mais capacidade de retenção de calor na atmosfera. O metano (CH4) pode reter 25 vezes mais calor do que o dióxido de carbono (CO2).

    Então, se você acredita que o seu carbono vai se decompor de qualquer maneira (uma aposta segura para alimentos ou resíduos de jardim), você gostaria que isso se transformasse em CO2, não CH4.

    Além disso, o subproduto da compostagem é o COMPOSTO ORGÂNICO e este enriquece os solos brasileiros e gera riqueza, pelo aumento de produtividade de nossas lavouras.

    Na hora de escolher o seu coletor de resíduos, escolha bem e estimule-os a fazer a destinação dos orgânicos para a compostagem.

    Veja aqui como fazer uma de nossas experiências na coleta seletiva em seu condomínio ou empresa, este condomínio em Sorocaba/SP é LIXO ZERO!

    Outras vantagens da compostagem!

    1. As áreas utilizadas para a construção de aterros sanitários nunca mais poderão ser utilizadas.
    2. Ao misturar os resíduos orgânicos com os demais, inviabilizamos a reciclagem.
    3. A compostagem é um método rápido, na mesma área, muitas toneladas de resíduos podem ser gerenciados.
    4. A transformação de resíduos em composto orgânico é uma mimetização da natureza. Nas florestas, todas as folhas que caem no chão viram adubo para a própria floresta. Ao fazer isso, estamos copiando a natureza.
  • USCC registra Felipe Pedrazzi entre lideranças do programa Young Professionals

    Fonte: conteúdo baseado em publicação do US Composting Council. Este texto é uma curadoria editorial em português com base na fonte indicada.

    Data da fonte: agosto de 2020.

    Resumo

    • Na edição de agosto de 2020 do Compost Communicator, o USCC apresenta atualizações do programa Young Professionals.
    • A publicação lista Felipe Pedrazzi entre as lideranças do grupo, ao lado de outros profissionais jovens do setor de compostagem.
    • O programa Young Professionals apoia ações e projetos do USCC, conectando profissionais em início de carreira com agendas de mercado, educação e política pública.

    Conexão com a SmartCompost

    • A participação nesse tipo de rede reforça o posicionamento da SmartCompost como iniciativa alinhada a padrões e discussões internacionais de compostagem.
    • Também ajuda a contextualizar a atuação de Felipe Pedrazzi em temas como capacitação, articulação setorial e inovação em orgânicos.

    Link da fonte original: https://www.compostingcouncil.org/page/CC-aug2020.